O caso aconteceu no dia 22 de janeiro, mas policiais desvendaram agora

Thais Bueno Publicado em 07/02/2023, às 15h22
Nesta terça-feira (7), policiais civis da 8ª DP (Estrutural) desvenderam o mistério do caso do colombiano assassinado na madrugada do dia 22 de janeiro deste ano, na Quadra 1 do Conjunto 13, na Estrutural, Distrito Federal (DF).
Após investigações, os agentes conseguiram identificar, localizar e prender dois suspeitos, um de 23 e um de 36 anos, de terem cometido o crime. De acordo com informações do veículo Extra, o ataque ao homem foi gravado por uma câmera de segurança do local.
Na época, a vítima foi identificada como sendo Gustavo Adolfo Suares Betancur. Nas filmagens, é possível ver como o homicídio do colombiano foi extremamente violento - primeiro, um dos autores dá cinco facadas nele e, com o homem já no chão, o outro ainda desfere mais dez golpes.
Conforme o delegado Thiago Peralva explicou ao Extra, o motivo do assassinato teria sido uma conta "pendurada" em um bar: ele estava bebendo com os dois criminosos quando simplesmente se levantou e foi embora, sem pagar bebidas. Após isso, foi até uma distribuidora.
A operação que cumpriu os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra os acusados foi chamada de "Falso Amigo". Segundo dito pelo profissional da polícia, os suspeitos e a vítima já se conheciam.
Na gravação, é possível ver os três saindo duas vezes da distribuidora e indo para perto do carro de um dos bandidos. No entanto, na segunda vez que isso ocorreu, o trio entrou em uma confusão e brigou - nisso, Betancur fugiu a pé.
Os acusados, então, foram atrás do colombiano de carro e conseguiram alcançá-lo. Na filmagem, o suspeito de 23 anos saiu do banco do carona do veículo e atacou primeiro, dando as primeiras facadas na vítima.
Depois de levar as primeiras facadas, Betancur cai. O homem de 36 anos, então, deixa o carro e desfere ainda mais golpes contra a vítima. A polícia apreendeu a faca utilizada no crime e localizou os suspeitos na Estrutural (DF) e em Valparaíso de Goiás (GO).
"Eles responderão pela prática do crime de homicídio qualificado e poderão pegar até 30 anos de prisão", confirmou o delegado Peralva.
Assista (alerta - imagens fortes):
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