Policiais da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras (DIG) apreenderam nesta quarta-feira (4) ao menos sete carros de luxo durante

Redação Publicado em 05/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 08h19
Policiais da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras (DIG) apreenderam nesta quarta-feira (4) ao menos sete carros de luxo durante uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro que usa jogos de azar e sorteio de carros de luxo em São Paulo. Os veículos estão avaliados em R$ 6,5 milhões.
A Operação Cardano, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), cumpriu mandados de busca e apreensão em todo o estado: cidade de São Paulo e nos municípios de Guarulhos e São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo; e Santa Barbara D’Oeste, Sorocaba e Votorantim, no interior do estado.
O objetivo da operação foi apreender veículos, equipamentos e documentos usados pelos autores dos delitos, que são conhecidos na internet como influenciadores e contabilizam milhares de seguidores.
Segundo a polícia, os envolvidos no esquema utilizam redes sociais – Instagram, Facebook – para anunciar rifas e sorteios de diversos bens, principalmente veículos de luxo, obtidos com dinheiro de origem obscura.

Polícia Civil apreende carros de luxo utilizado em esquema ilegal de rifas e sorteios na internet. — Foto: Anderson Colombo/TV Globo
Os investigados multiplicavam o dinheiro ilícito investindo nas rifas. Os valores obtidos eram posteriormente aplicados em outros investimentos, tudo com o intuito de “lavar” e multiplicar o dinheiro.
No total, os policiais apreenderam desde 24 de março, início da operação, 51 veículos de luxo, entre carros, motos e até uma lancha em poder dos suspeitos.
Entre os veículos estão os sete carros de luxo desta quarta (4), que eram usados no sorteios pela internet, conforme abaixo:
Os veículos foram aprendidos de uma concessionária em Itu, no interior paulista. Segundo a Polícia Civil, a operação contou com a participação de 86 policiais da DIG, do Deic e apoio do Dope (Departamento de Operações Especiais) de São Paulo.
As ações foram divididas em duas frentes e também foram recolhidos documentos e equipamentos que revelam o movimento dos negócios.
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G1
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