O caso chamou a atenção de uma multidão que se aglomerou para presenciar o fato

Vitória Tedeschi Publicado em 02/12/2022, às 12h17
No último dia 21 de novembro, autoridades do Sudão prenderam o pastor Abdalla Haron Sulieman sob a acusação de "bruxaria" por liderar uma reunião de oração por sua mãe que sofria de uma infecção nas pernas que a impedia de andar.
Na ocasião, sua mãe de 60 anos, foi curada depois que ele orou por ela. O milagre chamou a atenção de uma multidão de muçulmanos que se aglomeraram para também receber a cura. No entanto, a situação incomodou os extremistas muçulmanos que persuadiram a polícia a prender o pastor, alegando que ele é um feiticeiro.
De acordo com Morning Star News, os cristãos sudaneses levaram o assunto às mídias sociais, alguns exigindo a libertação imediata do pastor, enquanto outros descrevem a prisão como uma das provas de perseguição contínua e sistemática aos cristãos no Sudão.
Vale citar que, em 2019 o Departamento de Estado dos EUA em 2019 retirou o Sudão da lista de Países de Preocupação Particular (CPC) que se envolvem ou toleram "violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa" e o elevou para uma lista de vigilância.
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