Bruna Angleri foi encontrada carbonizada dentro de sua casa, na última quarta-feira (27)

Ana Rodrigues Publicado em 28/09/2023, às 09h23
Dentista de 40 anos foi encontrada carbonizada dentro da própria casa, na manhã desta quarta-feira (27). O crime ocorreu no Distrito Industrial, em Ararasinterior de São Paulo, a 171 km de São Paulo.
Bruna Angleri foi encontrada em cima de sua cama, já sem vida. O caso foi registrado como homicídio, segundo reportagem do UOL. O principal suspeito do crime é ex-namorado da vítima, que ainda não teve o nome divulgado, segundo a polícia. O delegado que está à frente da investigação do caso, Tabajara Zuliani do Santos, explicou que ele prestou depoimento e foi liberado.
A vítima foi severamente agredida no rosto e ficou desacordada, detalhou o delegado. Tabajara acredita que Bruna já estava morta quando o corpo foi carbonizado.
O laudo ainda não está pronto, depende dos exames toxicológicos, detalhes que podem demorar alguns dias. Foi um crime muito violento e atípico para uma cidade do tamanho de Araras. Mas a gente está trabalhando incansavelmente", explicou e ressaltou a investigação está no início.
Wagner Moraes, advogado do ex-namorado foi ouvido pela políciae declarou que Bruna e seu cliente tiveram um relacionamento de sete meses. Ainda acrescentou que seu cliente chegou a morar com a vítima. Eles teriam decidido se separar há um pouco mais de um mês.
Ele foi acionado para prestar depoimento, uma vez que na cidade começaram a circular o nome dele como principal suspeito. Em seu depoimento, negou a autoria, colaborou com tudo, deixou celular para ser periciado, deu detalhes e nomes das pessoas com quem estava e onde estava e foi liberado", detalhou o advogado.
Ainda desmentiu os boatos que circulavam pela cidade de que seu cliente teria cometido suicídio e disse que ele está à disposição para maiores esclarecimentos.
A dentista era coordenadora de pós-graduação de uma faculdade em Araras. Ela deixou um filho. Nas redes sociais, seus amigos e familiares publicaram homenagens de despedida para Bruna. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo ainda afirmou que o caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Araras.
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