A vítima teria sido espancada, mutilada e ainda queimada

Vitória Tedeschi Publicado em 30/11/2022, às 17h14
Na última terça-feira (29), uma mulher do Texas, Cecily Aguilar, de 24 anos, que estava sendo acusada por suposta relação com o desaparecimento da uma soldada de Fort Hood, Vanessa Guillén, se declarou culpada da acusação de cúmplice de assassinato.
Vanessa havia sido vista pela última vez com vida em Fort Hood, Texas, em 22 de abril de 2020, e seus restos mortais desmembrados foram encontrados cerca de dois meses depois.
Os promotores afirmaram que Cecily confirmou que ajudou seu namorado, o especialista do Exército Aaron Robinson, a desmembrar e descartar o corpo de Guillen "para evitar que Robinson fosse acusado e processado por qualquer crime", de acordo com um comunicado de imprensa do Departamento de Justiça dos EUA.
Além disso, foi confirmado que ela também alterou e destruiu informações contidas em uma conta do Google de Robinson e fez quatro "declarações materialmente falsas" a oficiais federais, negando qualquer relação com o crime para proteger a si mesma e ao namorado.
Aguilar assumiu que Robinson levou o corpo de Guillen, de 20 anos, especialista do Exército, para uma ponte perto do rio, onde os dois cortaram seu corpo e o incendiaram.
No entanto, quando viram que ainda existiam restos mortais da soldada, o casal colocou as partes que restaram em três buracos separados e os cobriram.
A soldada, foi espancada até a morte com um martelo por Robinson, que cometeu suicídio logo depois que a polícia tentou prendê-lo.
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