O caso aconteceu na cidade de Iturama, no Triângulo Mineiro

Thais Bueno Publicado em 29/12/2022, às 18h54
Um homem, de apenas 26 anos de idade, assassinou, a sangue frio, a ex-mulher dele, de 27, e, no momento seguinte, se matou na frente de policiais militares que estavam no local em que a vítima trabalhava na cidade de Iturama, no Triângulo Mineiro, estado de Minas Gerais.
De acordo com informações do veículo O Tempo, o suspeito estaria sem acreditar no fim do relacionamento e tentava de tudo para forçar a mulher a reatar o namoro. Dias antes do feminicídio, ele até chegou a levar flores para ela em seu local de trabalho.
No dia do crime, não divulgado pela reportagem, a polícia foi acionada. Eles tinham recebido um chamado sobre um criminoso, armado, que ameaçava matar a ex no local onde ela trabalhava. Quando as viaturas chegaram, deram de cara com o homem deixando uma loja e arrastando a vítima.
Ao ver os agentes, o autor do crime tentou voltar para dentro da loja. Nesse momento, a mulher conseguiu se soltar de seu aperto e foi se esconder atrás de uma prateleira de mercadorias do comércio.
Contudo, a tentativa de se salvar foi falha, visto que o homem não acatou as ordens de parada por parte dos militares, foi até a direção da ex, que estava abaixada, e atirou, a sangue frio, na cabeça dela.
Um policial tentou impedir a ação e disparou contra o homem, mas acabou errando o tiro, atingindo outro objeto. O suspeito, então, deu alguns passos a frente e atirou contra si mesmo, tirando a própria vida na frente dos policiais.
Ainda conforme o periódico mencionado acima, o tiro entrou pela mandíbula e atravessou o crânio. O filho do dono do estabelecimento foi atingido por fragmentos de um dos disparos e precisou de cuidados da medicina.
Uma funcionária do comércio revelou às autoridades que a vítima era pressionada a todo momento pelo rapaz para reatar o relacionamento. Ela ainda mencionou que, dias antes, ele foi na loja e teria exigido ser atendido pela ex, levando até flores para ela.
Ela disse que a colega, por outro lado, não aceitava voltar com o namoro. Essa mulher presenciou o momento em que o assassino chegou para conversar e, assim, chamou a vítima para tentar entender o que estava acontecendo.
A irmã do criminoso relatou que o parente foi até a casa da mãe momentos antes do crime para se "despedir de todo mundo". Ele teria dito que ia matar a ex e, depois, se matar. Diante da informação, foram os próprios familiares dele que ligaram para a polícia e indicaram o local de trabalho da mulher.
A moça falou que não sabia que o irmão tinha arma. Foi descoberto posteriormente que a pistola utilizada no crime teria sido comprada recentemente apenas para o feminicídio.
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