Moradora do Rio de Janeiro, uma auxiliar administrativa viveu momentos de tensão ao se ver no meio de fogo cruzado na Linha Vermelha

Colaborador Publicado em 27/09/2022, às 08h44
A auxiliar administrativa Lívia Máximo, que vive em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, ficou no meio do tiroteio que teve na Linha Vermelha nesta semana. Em entrevista ao Jornal Extra, ela deu detalhes dos momentos de terror ao ficar presa no meio do fogo cruzado.
“Sempre foi perigoso, sempre foi assustador. Mas do jeito que a gente ficou hoje, no meio do tiroteio, foi a primeira vez. Ficamos deitados no chão por uns 25 minutos para nos proteger. Da janela dava para ver as pessoas se escorando nas muretas por segurança, ver as pessoas correndo no meio da rua”, disse ela.
Além disso, ela também escreveu no Twitter sobre o que vivenciou. “Passando pela Linha Vermelha no meio do tiroteio indo para o trabalho. Cabeça a mil, pessoas no meu ônibus passando mal, e eu chorando sem saber como agir. Morar no Rio de Janeiro é isso! Eterna sensação de perigo e impotência”, disse ela.
O tiroteio aconteceu durante uma operação da Polícia Civil e Militar no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A ação deixou sete homens mortos e 26 pessoas foram presas. Além disso, os policiais apreenderam drogas e lança-perfume.
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