Empresa espanhola Aena assumiu a administração com a promessa de construir um segundo terminal de passageiros

Milleny Ferreira Publicado em 17/10/2023, às 13h15
O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, entrou para o grupo de empresas privadas e começará a ser administrado pelo grupo espanhol Aena a partir desta terça-feira (17). Será a primeira vez, em 87 anos, que um dos principais aeroportos do país será gerenciado com o método privativo.
Congonhas é o segundo aeroporto com maior movimento do Brasil, e será administrado pela Aena por 30 anos. A empresa ficou responsável pelo cargo quando venceu o leilão pelo bloco de aeroportos em quatro estados por R$2,45 bilhões em agosto de 2022.
Segundo o G1, a Aena prevê mudanças no ambiente, entre as melhorias ao aeroporto:
A integração com o Monotrilho, é uma questão que ainda terá que ser bem discutida para sair do papel, pois Congonhas é tombado pelo patrimônio histórico. O projeto terá de ser aprovado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (Conpresp).
Com as obras, a área do aeroporto deve passar dos atuais 35 mil m² para 80 mil m².
A entrega das chaves do aeroporto no Salão Nobre de Congonhas na tarde desta segunda (16) foi mais um momento simbólico para marcar a nova fase e dar o pontapé inicial para as mudanças de comportamento dos serviços oferecidos atualmente no aeroporto.
Vamos fazer melhorias em toda a infra-estrutura atual. Terá melhorias de acesso pela Washington Luís, recirculação, calçadas mais amplas tanto para embarque quanto para desembarque e também novos bolsões para táxi ou carro por aplicativo”, afirmou Santiago Yus, diretor-presidente da Aena.
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