O protesto critica ações do governo israelense e pede o término das hostilidades, ecoando vozes de apoio mundial

Gabriela Thier Publicado em 05/10/2025, às 17h24
Neste domingo (5), a Avenida Paulista foi palco de uma manifestação onde um grupo de ativistas empunhou uma bandeira gigante da Palestina. O ato teve início em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e se deslocou até a Praça Roosevelt, reunindo cidadãos preocupados com a situação na Faixa de Gaza.
O principal objetivo do protesto era clamar pelo término das hostilidades na região e criticar as ações do governo israelense, que recentemente interceptou embarcações de uma flotilha internacional carregadas de ajuda humanitária destinada aos palestinos. Essas medidas têm gerado reações e manifestações em diversas partes do mundo.
Em meio a essa turbulência, negociações entre representantes de Israel e do Hamas estão programadas para acontecer no Cairo, com a mediação dos Estados Unidos e do Egito. O foco das discussões será o plano proposto pelo ex-presidente Donald Trump para encerrar o conflito em Gaza e facilitar a liberação de reféns, uma expectativa expressa pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que espera resultados em breve.
Essa movimentação diplomática ocorre poucos dias antes do segundo aniversário do ataque realizado pelo Hamas contra Israel, que aconteceu em 7 de outubro de 2023. A resposta do grupo palestino ao plano de paz apresentado por Trump no final de setembro parece ter incentivado essas conversas urgentes.
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