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Guerra

Zelensky reafirma compromisso com a soberania Ucraniana no Dia da Bandeira

Presidente da Ucrânia destaca a bandeira como símbolo de resistência e esperança para os cidadãos em regiões ocupadas

Presidente da Ucrânia destaca a bandeira como símbolo de resistência e esperança para os cidadãos em regiões ocupadas - Imagem: Reprodução / X / @ZelenskyyUa
Presidente da Ucrânia destaca a bandeira como símbolo de resistência e esperança para os cidadãos em regiões ocupadas - Imagem: Reprodução / X / @ZelenskyyUa

Gabriela Thier Publicado em 23/08/2025, às 20h19


No último sábado (23), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez uma declaração contundente em celebração ao Dia da Bandeira Nacional, reafirmando que o país não cederá território aos ocupantes, referindo-se explicitamente à Rússia.

Em sua mensagem publicada na rede social X, Zelensky ressaltou a importância da bandeira como um símbolo de resistência e esperança para os cidadãos ucranianos que vivem em regiões temporariamente controladas por forças estrangeiras. "Esta bandeira é o sonho de muitos compatriotas nossos nos territórios ocupados. Eles a defendem e protegem, pois têm plena consciência de que não abriremos mão da nossa terra", declarou.

O presidente destacou ainda que a bandeira nacional representa um sentimento de acolhimento para aqueles que retornam do cativeiro, proporcionando-lhes a certeza de que estão de volta ao seu lar. "Ela simboliza a libertação para aqueles que conseguimos resgatar das garras do cativeiro russo. Ao avistarem as cores ucranianas, percebem que o sofrimento chegou ao fim", afirmou Zelensky.

Ele também enfatizou que a bandeira carrega um significado profundo para os milhares de combatentes ucranianos — homens e mulheres — que arriscam suas vidas na defesa da integridade territorial do país. "Essa bandeira representa tudo que é mais valioso para centenas de milhares de nossos defensores. Eles lutam não apenas por uma cidade específica como Vovchansk ou Dobropillia, mas por toda a nossa Ucrânia e pela garantia da existência do nosso Estado", acrescentou.