Após tentativas frustradas de citação, Banco do Brasil pede novas diligências para localizar a influenciadora. Caso seja oficialmente citada e a dívida não seja quitada, a instituição solicita à Justiça a possibilidade de penhora de bens.

Ana Beatriz Publicado em 27/06/2026, às 15h52
O Banco do Brasil enfrenta dificuldades para localizar a influenciadora Gessica Kayane, a Gkay, em uma ação de cobrança de R$ 1,8 milhão, iniciada em dezembro de 2025, devido ao não pagamento de um empréstimo. A falta de citação oficial impede o avanço do processo judicial.
O banco alega que Gkay contratou um empréstimo para renegociar dívidas anteriores, mas não cumpriu com as parcelas estipuladas. Desde janeiro, a Justiça tenta, sem sucesso, notificar a influenciadora por meio de correspondências e diligências.
Em resposta à situação, o Banco do Brasil solicitou novas citações em seis endereços diferentes vinculados a Gkay e, caso a dívida não seja paga após a citação, poderá pedir a penhora de bens da influenciadora. O processo continua sem avanços até que a citação seja realizada.
A ação de cobrança movida pelo Banco do Brasil contra a influenciadora Gessica Kayane, conhecida como Gkay, ganhou um novo capítulo após a Justiça enfrentar dificuldades para localizá-la e dar andamento ao processo. Segundo os autos, a influenciadora ainda não foi encontrada para receber oficialmente a citação, etapa indispensável para que a ação judicial avance.
O processo foi ajuizado em dezembro de 2025 e cobra uma dívida de aproximadamente R$ 1,8 milhão. De acordo com o Banco do Brasil, Gkay contratou um empréstimo junto à instituição com o objetivo de renegociar débitos anteriores. O novo contrato previa o pagamento em 96 parcelas, mas, conforme alegado pelo banco, as prestações deixaram de ser pagas.
Em janeiro deste ano, a 1ª Vara Cível de Pinheiros, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou que a influenciadora fosse citada para tomar conhecimento formal da ação. Entretanto, as tentativas realizadas por meio de correspondências e diligências de oficiais de Justiça não tiveram sucesso.
Diante da dificuldade, o Banco do Brasil solicitou consultas em sistemas oficiais, como SISBAJUD e SERASA, para identificar endereços eventualmente vinculados à influenciadora. Com base nessas pesquisas, a instituição requereu, na última segunda-feira, 23 de junho, uma nova rodada de citações em seis endereços diferentes que podem estar relacionados a Gkay.
Caso seja localizada e oficialmente citada, Gkay terá o prazo legal de três dias para efetuar o pagamento da dívida ou de 15 dias para apresentar defesa e contestar os valores cobrados pelo banco. Até que a citação seja concluída, o processo permanece sem avançar para as próximas fases processuais.
Na petição inicial, o Banco do Brasil também pediu que, caso a dívida permaneça sem pagamento após a citação, a Justiça autorize a penhora de bens da influenciadora como forma de garantir a satisfação do crédito, medida prevista na legislação para processos de cobrança e execução.
Até o momento, não há registro de manifestação pública de Gkay sobre os novos desdobramentos do processo. A ação segue em tramitação na Justiça paulista.
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