Em apenas 7 minutos, ladrões levaram joias de valor incalculável; peças eram consideradas patrimônio nacional

Gabriela Nogueira Publicado em 19/10/2025, às 10h12
Na manhã deste domingo (19), o renomado Museu do Louvre, em Paris, foi alvo de uma audaciosa ação criminosa que resultou no roubo de joias de grande valor histórico. Segundo a ministra da Cultura da França, Rachida Dati, não houve feridos durante a ocorrência.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, classificou o ato como um "grande roubo", destacando que as joias subtraídas tinham um "valor inestimável". Ele relatou que os ladrões, armados e encapuzados, realizaram a ação em um curto espaço de tempo, aproximadamente sete minutos, focando em duas vitrines na Galeria de Apolo, onde estavam expostas as preciosidades.
As peças roubadas pertencem à coleção de Napoleão Bonaparte e da imperatriz Josefina, incluindo itens icônicos como um colar, um broche e uma tiara. A operação foi facilitada pelo uso de um guindaste montado sobre um caminhão, que permitiu aos assaltantes acessar rapidamente a galeria. De acordo com informações preliminares, eles aparentavam ser experientes e ter realizado um reconhecimento prévio do local.
O roubo ocorreu por volta das 9h30 e forçou o fechamento imediato do museu. Vídeos divulgados mostram visitantes deixando o local apressadamente após o anúncio do fechamento. Embora as autoridades estejam investigando o caso, até o momento não há informações sobre a recuperação dos itens furtados.
A Galeria de Apolo é famosa por abrigar algumas das mais valiosas joias da coroa francesa. Entre elas se destaca o diamante Regent, de 140 quilates, considerado um dos mais célebres do mundo. Contudo, fontes internas confirmaram que essa peça específica não foi roubada durante a ação.
O Louvre possui um rico acervo que inclui mais de 33 mil obras que vão desde antiguidades até pinturas renascentistas. O museu tem um histórico notório relacionado a furtos; o caso mais famoso remonta a 1911, quando a Mona Lisa foi subtraída e recuperada dois anos depois. Desde então, o Louvre permanece sob vigilância constante para proteger seu valioso patrimônio cultural.
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