Admiradores ficam horas na fila para ver caixão onde está Elizabeth II

Agência Brasil Publicado em 17/09/2022, às 16h40
O rei Charles IIIe seu filho William apertaram as mãos e cumprimentaram simpatizantes que ficaram na fila por horas no centro de Londres, neste sábado, para passar pelo caixão da rainha Elizabeth. Eles perguntaram às pessoas há quanto tempo estavam lá e se estavam suficientemente aquecidas.

Sob aplausos e gritos de "Deus salve o rei", Charles e William falaram com os enlutados perto da ponte de Lambeth, conforme se aproximavam do fim da enorme fila para ver o caixão no histórico Salão Westminster.
Na noite de sexta-feira, Charles se juntou a seus três irmãos - a princesa Anne e os príncipes Andrew e Edward - em uma vigília silenciosa ao lado do caixão. Os oito netos da rainha, incluindo William e Harry, farão sua própria guarda cerimonial mais tarde neste sábado.
"Ela não acreditaria em tudo isso, ela realmente não acreditaria", disse William a um homem sobre a falecida monarca que morreu em 8 de setembro aos 96 anos. "É incrível."
Uma mulher disse a Charles que "valeu a pena esperar" e outras pessoas o desejaram bem quando ele perguntou há quanto tempo estavam paradas ali.
As pessoas continuavam a se aglomerar no centro de Londres, somando-se às centenas de milhares que passaram pelo caixão em um fluxo solene para homenagear a monarcamais antiga da Grã-Bretanha - um testemunho de sua popularidade.
Antes do funeral de Estado na segunda-feira, os líderes mundiais também começam a chegar à capital britânica.
O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau e o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese estavam entre os dignitários que prestaram suas homenagens no sábado, enquanto a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, foi vista fazendo uma reverência ao caixão na sexta-feira.
A expectativa é que o presidente dos EUA, Joe Biden, vá no domingo ver Elizabeth deitada em um caixão de carvalho sobre um catafalco roxo, envolto no Estandarte Real e com a Coroa Imperial do Estado no topo.
O presidente Jair Bolsonaro viajará a Londres para o funeral.
A força policial de Londres descreveu o funeral como a maior operação de segurança que já realizou, conforme primeiros-ministros, presidentes e membros da realeza se reúnem, e o rei visitou a sede da polícia para agradecer aos trabalhadores dos serviços de emergência envolvidos no planejamento no sábado.
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