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TECNOLOGIA

Pane global na nuvem da Amazon afeta plataformas e usuários em diversos países

Relatos de instabilidade começaram às 3h30, impactando mais de 500 empresas que dependem dos serviços da Amazon Web Services

Usuários da assistente virtual Alexa também enfrentaram dificuldades, impossibilitando comandos de voz e rotinas automatizadas - Imagem: Reprodução / Pexels
Usuários da assistente virtual Alexa também enfrentaram dificuldades, impossibilitando comandos de voz e rotinas automatizadas - Imagem: Reprodução / Pexels

William Oliveira Publicado em 20/10/2025, às 10h29


Na madrugada desta segunda-feira (20), a Amazon Web Services (AWS) — divisão de serviços em nuvem da gigante Amazon — enfrentou uma interrupção significativa que afetou o funcionamento de diversas plataformas e aplicativos em todo o mundo, incluindo Snapchat, Airtable e Canva.

Segundo dados da Downdetector, plataforma que monitora falhas em serviços digitais, os primeiros relatos de instabilidade começaram por volta das 3h30 (horário de Brasília). Além de aplicativos e websites, usuários da assistente virtual Alexa também relataram problemas, como a impossibilidade de executar comandos de voz e rotinas automatizadas.

A estimativa é que mais de 500 empresas que utilizam os serviços da AWS tenham sido impactadas pela falha. A companhia informou que o problema estava localizado na região US-EAST-1 — uma das principais zonas de operação da infraestrutura da Amazon — e que suas equipes trabalharam intensamente na restauração dos sistemas.

Por volta das 6h20, a AWS declarou ter identificado os “primeiros sinais de recuperação” e iniciou a normalização gradual dos serviços.

O que é a AWS?

Lançada em 2006, a Amazon Web Services é uma das maiores plataformas de computação em nuvem do mundo. Ela oferece uma ampla gama de soluções, como armazenamento de dados, hospedagem de sites, ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e cibersegurança.

A tecnologia da AWS permite que empresas e desenvolvedores utilizem recursos sob demanda, pagando apenas pelo que consomem — modelo conhecido como “pay as you go”.


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