O caso viralizou nas redes sociais

Manoela Cardozo Publicado em 25/03/2023, às 18h27
Uma mulher britânica de 61 anos estava esperando o transplante duplo de mãos por aproximadamente seis anos.
Acontece que ela, identificada como Kim Smith, rejeitou a cirurgia depois de descobrir que seus doadores eram uma pessoa negra e um homem.
Conforme o The Independent, a mulher foi alertada que vai ter que esperar muito mais para ser aceita por apenas doadoras femininas.
“Quero que sejam mãos pequenas. Antes das amputações, eu tinha 1,52 metros. Tinha mãos pequenas”, explicou ela, explicando sobre a mão masculina que receberia e a de tom diferente de sua pele.
O médico responsável pelo caso afirmou que entende o posicionamento da mulher. “Todos nós variamos enormemente na medida em que aceitamos mudanças em relação à nossa própria aparência natural. Se as mãos transplantadas não forem aceites pelo receptor, existe um grande potencial de rejeição psicológica que leva ao não cumprimento da medicação imunossupressora e, por conseguinte, à rejeição imunológica”, disse.
Já nas redes sociais, o assunto repercutiu de forma negativa. A maioria dos internautas achou que a atitude de Kim foi racista, ainda que alguns usuários entendam sua decisão.
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Relembre a Lei Mariana Ferrer, criada após revolta com audiência do caso

Caso Palmeiras: Laudo do IML não aponta lesões corporais, mas Polícia Civil mantém investigação de suposto abuso infantil

Silvia Abravanel anuncia pré-candidatura e disputa vaga na Câmara pelo PSD

Investigado por suposta falsificação de peças de luxo já foi denunciado pelo GAECO em caso de roubo de cargas

Cristiano Ronaldo faz história e Portugal atropela o Uzbequistão na Copa do Mundo

Seleção do Irã pede paz entre nações em carta deixada no vestiário após jogo da Copa

TSE manda apagar posts de integrantes do PT que relacionavam Flávio Bolsonaro ao Comando Vermelho

Ou você faz política ou você faz guerra

"Muito volátil", diz Trump; eleição no Brasil seria seu próximo grande desafio