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Guerra

Israel intensifica bombardeios ao Hezbollah após ataque com foguetes

Israel sugere anexação de partes da Faixa de Gaza, aumentando a pressão sobre o Hamas para a liberação de reféns e intensificando o conflito

Israel sugere anexação de partes da Faixa de Gaza, aumentando a pressão sobre o Hamas para a liberação de reféns e intensificando o conflito - Imagem: Reprodução / X / @mohakrf
Israel sugere anexação de partes da Faixa de Gaza, aumentando a pressão sobre o Hamas para a liberação de reféns e intensificando o conflito - Imagem: Reprodução / X / @mohakrf

Gabriela Thier Publicado em 22/03/2025, às 18h00


No último sábado (22), as Forças Armadas de Israelexecutaram uma série de bombardeios direcionados a alvos do Hezbollah no sul do Líbano. A operação foi autorizada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahucomo resposta a um ataque que resultou no disparo de três foguetes contra o território israelense. O grupo libanês Hezbollah, por sua vez, negou qualquer participação nesse incidente e reafirmou seu compromisso com o cessar-fogo em vigor.

A determinação para os ataques aéreos partiu de Netanyahu e do ministro da Defesa, Israel Katz, que instruíram os militares a atingir "dezenas de alvos terroristas" na área. Em declarações públicas, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel enfatizou que ações severas seriam tomadas em resposta a qualquer provocação. A Força das Nações Unidas no Líbano expressou preocupação diante da escalada de violência e fez um apelo para que as partes envolvidas busquem preservar a estabilidade na região.

Esses bombardeios recentes ameaçam a trégua estabelecida entre Israel e Hezbollah em novembro do ano anterior, após um período prolongado de hostilidades. Além disso, a situação em Gaza também se agravou, com Israel intensificando suas operações aéreas na região, resultando em mais de 400 fatalidades em um dos dias mais violentos do conflito. O ministro Katz, durante suas declarações, sugeriu até mesmo a possibilidade de anexar partes da Faixa de Gaza, caso o Hamas não realize a liberação dos reféns, insinuando uma possível "ocupação permanente".


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