Deputada dos EUA María Elvira Salazar afirma que “o Brasil já decidiu” e intensifica embate político com declarações nas redes sociais

Redação Publicado em 30/03/2026, às 11h25
A deputada norte-americana María Elvira Salazar criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que ele será derrotado nas próximas eleições, o que gerou repercussão no meio político brasileiro.
Salazar, aliada de Donald Trump, destacou que os brasileiros estão insatisfeitos com Lula e questionou a política externa do Brasil, acusando-o de apoiar regimes autoritários na América Latina.
Embora suas declarações reflitam um movimento de conservadores buscando influenciar a política latino-americana, o governo brasileiro ainda não se manifestou oficialmente sobre os comentários.
A deputada norte-americana María Elvira Salazar, aliada do ex-presidente Donald Trump, voltou a direcionar críticas ao governo brasileiro e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será derrotado nas próximas eleições.
A declaração foi publicada nas redes sociais e rapidamente repercutiu no meio político. Na mensagem, Salazar afirmou que “os brasileiros estão cansados” de Lula e que “a liberdade vai vencer”, em referência ao cenário eleitoral do país.
A congressista também criticou a atuação internacional do governo brasileiro, citando alinhamentos com países da América Latina e acusando o presidente de apoiar regimes autoritários — posicionamento recorrente entre parlamentares conservadores dos Estados Unidos.
Conhecida por seu alinhamento ideológico com Donald Trump, Salazar tem ampliado sua presença no debate político latino-americano, com declarações frequentes sobre o Brasil. Nos últimos anos, ela também criticou decisões do Supremo Tribunal Federal, especialmente aquelas conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes.
As falas da deputada refletem um movimento crescente de lideranças conservadoras internacionais que buscam influenciar narrativas políticas na América Latina. No Brasil, as declarações costumam repercutir entre grupos políticos alinhados à direita, enquanto autoridades e especialistas apontam possíveis tentativas de interferência externa em assuntos internos.
Até o momento, o governo brasileiro não comentou oficialmente as declarações.
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