A final da Copa América promete um grande duelo entre duas das maiores estrelas da geração atual do futebol. De um lado, Messi, o melhor do mundo. De outro,

Redação Publicado em 07/07/2021, às 00h00 - Atualizado às 15h16
A final da Copa América promete um grande duelo entre duas das maiores estrelas da geração atual do futebol. De um lado, Messi, o melhor do mundo. De outro, Neymar, que tem bola para e sonha ser o melhor do mundo.
Mas é bom não esquecer de outro grande nome, de uma prateleira também alta, porém inferior à dos outros dois: Angel Di María. Mesmo entrando poucos minutos, ele tem mostrado capacidade de mudar o time argentino para melhor. Tem a visão e a técnica para executar o que pensa, ainda encaixa arrancadas impressionantes e faz da Argentina uma equipe muito mais perigosa. Passa pela soma de Messi e Di María em bom dia a melhor possibilidade dos vizinhos.
Time por time, o Brasil de Tite é superior à Argentina de Scaloni. Embora sem brilho, a equipe brasileira é bem estruturada defensivamente, compacta e tem uma ideia de futebol estabelecida. Deixa menos espaços para o adversário, tem uma movimentação coletiva superior e vem de uma conquista recente de Copa América, mesmo sem Neymar.
A Argentina carrega a pressão de não ter títulos importantes com sua seleção principal desde 1993. Este peso se reflete nas expressões de Messi em situações de limite em campo. Ele abaixa a cabeça, olha para o alto e parece estar perguntando: eu tinha que ter nascido nessa geração? O time deixa espaços na defesa e no meio-campo que podem ser fatais diante de grandes rivais. Por pouco não foram diante da boa equipe da Colômbia.
A final da Copa América terá apenas dois craques. Messi e Neymar podem decidir um jogo a qualquer momento. Jogadores de primeira classe.
Na executiva, a lista tem Di María, Aguero e o excepcional goleiro Martínez pelos argentinos. O Brasil nesta classe conta com três goleiraços, Marquinhos e Casemiro. Mas o crescimento de Lucas Paquetá chama a atenção e ele já pede um “upgrade”. A maioria dos atletas das duas seleções voa na classe econômica “premium” da bola.

Neymar e Tite – Brasil x Peru – Copa América 2021 — Foto: André Durão
Apesar dos gramados vergonhosos, a Copa América entregou alguns ótimos jogos. A semifinal entre Argentina e Colômbia foi eletrizante, ainda que disputada com uma pegada um pouco acima do recomendado, por causa da péssima arbitragem. O Brasil chegou a levar sufoco de um time peruano desfalcado de nomes importantes. Mas teve ótimos momentos.
No duelo particular de Messi e Neymar há objetivos claros. Messi busca desesperadamente um título por sua seleção. Neymar sabe que a vitória brasileira na Copa América de 2019, sem ele, cobra dele a necessidade de ser cada vez mais protagonista.
.
.
.
Fontes: Ge – Globo Esporte.
Leia também

Jovem de 23 anos é encontrado morto em casa na zona norte de São Paulo; ex-companheiro é procurado

Bibliotecas de São Paulo distribuem gratuitamente álbuns e figurinhas da Copa do Mundo 2026. Veja onde

Dupla armada faz pai refém na frente da filha durante roubo em loja de rações de Osasco

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Marrocos perde dois jogadores por lesão antes da estreia contra o Brasil

Flávio Bolsonaro aciona STF contra Lula após ser chamado de "traidor da pátria"

Governo estuda recorrer ao STF para barrar trechos de projeto que renegocia dívidas do agronegócio

Trump cancela ofensiva militar contra o Irã e aposta em avanço das negociações diplomáticas

Júlia Zanatta ganha força entre aliados de Flávio Bolsonaro para eventual chapa presidencial

Lula indica chapa para disputa em São Paulo com Haddad ao governo e Márcio França ao Senado