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COPA DO MUNDO

Espanha e Argentina disputam neste domingo o título da Copa do Mundo 2026, em decisão marcada por show de Madonna e premiação recorde

Partida no MetLife Stadium, em Nova Jersey, começa às 16h e reúne argentinos em busca do tetracampeonato contra espanhóis que sonham com o bicampeonato mundial

A final da Copa do Mundo 2026 terá um show inédito no intervalo, com artistas como Madonna e BTS, ampliando a festa no estádio - Imagem: Reprodução/fifa
A final da Copa do Mundo 2026 terá um show inédito no intervalo, com artistas como Madonna e BTS, ampliando a festa no estádio - Imagem: Reprodução/fifa

Letícia Sales Publicado em 19/07/2026, às 09h48


Espanha e Argentina entram em campo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), para decidir o título da Copa do Mundo 2026. A final acontece no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e coloca frente a frente duas seleções com objetivos distintos: os argentinos querem confirmar o tetracampeonato, enquanto os espanhóis buscam a segunda estrela de sua história.

A transmissão do jogo ficará por conta de Globo, ge tv, Sportv, SBT, NSports e CazeTV. Quem preferir acompanhar pela internet também poderá seguir a partida em tempo real pelo ge.globo, que ainda promete cortes exclusivos dos melhores momentos.

O que está em jogo para cada seleção

A Argentina chega à decisão em busca do seu quarto título mundial. A seleção venceu o torneio pela primeira vez em 1978, em casa, repetiu a conquista em 1986 — com Diego Maradona como grande protagonista — e voltou ao topo do mundo em 2022, no Catar, ao superar a França nos pênaltis. Uma vitória neste domingo colocaria os argentinos ao lado de Alemanha e Itália, ambas com quatro taças, atrás apenas do Brasil, atual recordista com cinco títulos.

Já a Espanha tenta o bicampeonato. Sua única conquista até aqui veio em 2010, na África do Sul, quando a equipe derrotou a Holanda por 1 a 0 na prorrogação, em gol marcado por Andrés Iniesta. Caso vença neste domingo, a seleção espanhola chegará à segunda estrela e se igualará a França e Uruguai no ranking histórico do Mundial.

Desde a primeira edição, em 1930, a Copa do Mundo já teve apenas oito campeões diferentes: Brasil lidera com cinco títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), seguido por Alemanha e Itália, com quatro cada, Argentina, com três, e França e Uruguai, com dois títulos cada uma. Espanha e Inglaterra completam a lista, com uma conquista cada.

Cerimônia de encerramento reúne grandes nomes da música

A festa em torno da decisão começa bem antes da bola rolar. Uma cerimônia de encerramento está marcada para se iniciar cerca de 90 minutos antes da partida, às 14h30 (horário de Brasília), com Post Malone como principal atração musical. O evento também contará com apresentações da italiana Laura Pausini, da americana Nicole Scherzinger, do britânico Robbie Williams e do influenciador IShowSpeed, além de uma participação especial do ator Tom Cruise.

Pouco antes do apito inicial, Jennifer Hudson será responsável por interpretar o hino nacional dos Estados Unidos. Segundo a Fifa, toda a programação foi pensada para celebrar a trajetória das 48 seleções participantes e das 16 cidades que sediaram jogos nos Estados Unidos, no México e no Canadá — o público presente no estádio também deve participar de momentos interativos durante a apresentação.

A novidade desta edição, porém, é que a festa não termina com o início do jogo. Pela primeira vez na história das Copas, a final contará com um show musical no intervalo, reunindo nomes como Madonna, Justin Bieber, Shakira e o grupo sul-coreano BTS, em apresentação concebida com participação de Chris Martin, vocalista do Coldplay. A atração deve durar cerca de 11 minutos, mas a montagem e a retirada do palco podem estender o intervalo tradicional de 15 minutos para algo entre 25 e 30 minutos.

Premiação milionária para as seleções

Além da glória esportiva, a decisão também garante recompensas financeiras expressivas. Conforme já havia sido anunciado pela Fifa, a seleção campeã receberá um bônus de US$ 50 milhões (R$ 255 milhões), enquanto o vice-campeão embolsará US$ 33 milhões (R$ 168 milhões).

Todas as 48 seleções que disputaram o Mundial, aliás, já haviam recebido US$ 1,5 milhão (R$ 7,74 milhões) para cobrir custos de preparação — e, ao todo, a Fifa distribuirá US$ 655 milhões (R$ 3,3 bilhões) em premiações entre as equipes participantes.

Veja como fica a distribuição completa por classificação:

  • Campeão: US$ 50 milhões (R$ 255 milhões)
  • Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 168 milhões)
  • 3º colocado: US$ 29 milhões (R$ 148 milhões)
  • 4º colocado: US$ 27 milhões (R$ 138 milhões)
  • 5º ao 8º colocado: US$ 19 milhões (R$ 97 milhões)
  • 9º ao 16º colocado: US$ 15 milhões (R$ 76 milhões)
  • 17º ao 32º colocado: US$ 11 milhões (R$ 56 milhões)
  • 33º ao 48º colocado: US$ 9 milhões (R$ 46 milhões)
  • Classificação à Copa do Mundo: US$ 1,5 milhão (R$ 7,6 milhões)

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