A cantora colombiana negou todas as acusações

Mateus Omena Publicado em 27/09/2022, às 16h56
Shakira, 45 anos, será julgada pela Justiça espanhola por suspeita de fraude fiscal cometida no país. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (27) pelo Tribunal Provincial de Barcelona.
A ordem judicial emitida na última segunda-feira (19) pela corte afirma que a cantora colombiana é a suposta autora de outros seis crimes contra a Fazenda Pública. No entanto, o julgamento ainda não tem data marcada.
A acusação indica que Shakira tenha fraudado 14,5 milhões de euros (mais de R$ 75,3 milhões, na cotação atual) à Receita espanhola entre 2012 e 2014.
O Ministério Público da Espanha solicitou ao tribunal, em julho, que a cantora seja condenada a oito anos de prisão. Também foi pedido que ela pague uma multa de cerca de 24 milhões de euros (aproximadamente R$ 124,7 milhões).
O órgão considera que a colombiana tenha usado uma espécie de 'estrutura corporativa', criada anos antes, para evitar o pagamento de impostos.
Em entrevista à revista Elle, Shakira negou as acusações e disse que a Justiça espanhola a persegue:
"É bem sabido que as autoridades fiscais espanholas costumam fazer isso, não apenas com pessoas como eu (ou o Cristiano Ronaldo, Neymar, Xabi Alonso e muito mais), mas isso também acontece injustamente com outros contribuintes anônimos", declarou.
A cantora insiste que todas as suas atividades financeiras são corretas e transparentes.
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Lívia Andrade introduz um litro de café no ânus; saiba o motivo

Denúncias contra Prevent Senior foram manipuladas, diz diretor na CPI

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Polícia Civil desmonta esquema com mais de 100 empresas de fachada e prende suspeito em São Paulo

A MULHER INTEIRA

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas