A medida visa evitar que os brasileiros sintam qualquer impacto financeiro

Lillia Soares Publicado em 11/05/2024, às 10h12
Devido às enchentes no Rio Grande do Sul, que é o maior produtor de arroz do Brasil, a Conab recebeu autorização para importar até 1 milhão de toneladas de arroz de outros lugares para repor os estoques do governo.
Conforme informa o portal CNN, o governo decidiu que, em 2024, será possível importar arroz já processado ou ainda não processado por meio de leilões públicos com preços de mercado.
Os estoques serão destinados, preferencialmente, à venda para pequenos varejistas das regiões metropolitanas, dispensada a utilização de leilões em bolsas de mercadorias ou licitação pública para venda direta”, afirma o texto da medida provisória publicada em uma edição especial do Diário Oficial da União na noite desta última quinta-feira (09).
A Conab é uma empresa do governo que ajuda o governo federal a decidir sobre políticas agrícolas. Além disso, vale ressaltar que três ministérios (Fazenda, Desenvolvimento Agrário e Agricultura), seguindo a sugestão da Conab, vão determinar quantidades, limites e condições de venda do arroz a ser comprado.
Além disso, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou que a medida visa evitar que os brasileiros sintam qualquer impacto financeiro.
Também já conversei com os produtores para deixar claro que não é para concorrer com o nosso arroz, até porque os produtores já têm para suprir a demanda nacional, porém, tem dificuldade logística. Com a dificuldade logística para abastecer, vem a especulação”.
Leia também

Aneel aprova reajuste de 10,18% na tarifa da Enel São Paulo

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Empresários irão à Justiça pelo Boulevard São João e os teleféricos de Ricardo Nunes

Portugal supera a Croácia em duelo emocionante e garante vaga nas oitavas de final

Governo Lula apresenta plano aos EUA para tentar barrar tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

Dolly ainda não faliu: entenda o pedido de falência de R$ 15,7 bilhões

Cetesb aponta 17 praias impróprias para banho no litoral de São Paulo neste fim de semana

Grupo Dolly se manifesta após pedido de falência

Confusão interrompe evento de Fernando Haddad na Unicamp após protesto de integrantes do MBL