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Abençoada seja a "PEC do bem-estar da nação"!

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Publicado em 12/07/2022, às 08h56 Ricardo Sayeg


Falo com liberdade e coerência, porque é antiga e pública minha luta incessante para o resgate dos pobres e dos desamparados, por meio do Capitalismo Humanista.

Embora, com U$ 3,68 trilhões de PIB, conforme o FMI, que nos registra como a nona economia do planeta; o Brasil tem cerca de 60 milhões de pobres, estando milhões de idosos e famílias, com suas crianças, em alarmante situação de vulnerabilidade extrema, o que não tem o menor sentido, porque somos uma Nação decente e rica o suficiente para acabar com isto. 

Esta luta requer urgência, não pode esperar um dia sequer. A fome, a doença, a dor, o desespero e o desamparo são diários. Esta dramática situação, verdadeiro estado de emergência, diariamente, se renova enquanto não for erradicada.

Todo dia reclama foco e urgência. Diz o poeta, “vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

Hoje, terça feira, 12 de julho de 2022, é “DIA CHAVE!” para a conquista deste objetivo constitucional em prol do Brasil.

É hoje “o Dia” previsto para a aprovação pela Câmara dos Deputados da “PEC DO BEM-ESTAR DA NAÇÃO” (PEC 15/22), que reconhece o “Estado de Emergência” destas questões cruciais e urgentes para o Bem-Estar do Brasil; e, assim, autoriza o imediato socorro para o nosso Povo, que passa por terríveis privações, especialmente os profundamente vulneráveis, que são milhões de idosos e famílias extremamente pobres, sem deixar de cuidar da Nação como um todo, na busca, que também não pode esperar, da solução dos aumentos galopantes e incontroláveis dos combustíveis pela Petrobrás, pródiga em esquecer que seu principal acionista é o cidadão brasileiro.

É obvio que estas questões são relevantíssimas para o povo e não podem aguardar. Assim, exigem urgência, portanto, é caso de se decretar “Estado de Emergência” e de aprovação imediata da “PEC DO BEM-ESTAR DA NAÇÃO”.

Críticas tentando deturpar a legitimidade da almejada “PEC DO BEM-ESTAR DA NAÇÃO” são infundadas, pois no ano passado, que não era eleitoral, sob a articulação do Governo Bolsonaro, foi aprovada a Emenda Constitucional nº 114, de 2021, pela qual, decretou-se que todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social seria assistido; e, também, há anos vemos, incansavelmente, o Presidente da República brigar contra o aumento frenético dos combustíveis.

Seria cômico se não fosse trágico ver que, quem capitaneia a reclamação contra o enquadramento da “PEC DO BEM-ESTAR DA NAÇÃO” em estado emergência, são pessoas que não passam fome; e, que não vivem o sofrimento, diário e constante, de estar em extrema vulnerabilidade e pobreza.

Logo, que o Legislativo cumpra seu dever e aprove a PEC, para   imediatamente: (a) encorpar o Auxílio Brasil, com R$ 26 bilhões, passando para R$ 600, o socorro mensal às famílias carentes, com a meta de zerar a fila dos solicitantes; (b) com R$ 1,05 bilhão em vale-gás,  restaurar a possibilidade das famílias carentes de cozinhar; (c) socorrer idosos << cidadãos acima de 65 anos >>, com R$ 2,5 bilhões, para gratuidade no transporte público; (d) reforçar com R$ 500 milhões o programa que promove compra de alimentos de pequenos produtores e sua destinação para famílias em situação de insegurança alimentar; (e) auxiliar os caminhoneiros e taxistas autônomos na compra de combustível, com R$ 5,4 bilhões, para que o país não pare, como infelizmente ocorreu no passado; e, (f) com R$ 3,8 bilhões, reduzir a carga tributária sobre o etanol e manter sua modicidade ante o preço da gasolina em defesa de todo o povo brasileiro, diante dos galopantes aumentos da Petrobrás.

Em suma, abençoada seja a “PEC DO BEM-ESTAR DA NAÇÃO”!

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