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Mãe que deu à luz a bebê de 800g e não sabia da gravidez recebe alta do hospital

Dia a Dia

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Mãe que deu à luz a bebê de 800g e não sabia da gravidez recebe alta do hospital

Jovem de 21 anos teve o menino em casa, em Barra Bonita (SP), com 25 semanas de gestação. Bebê está internado na Santa Casa de Jaú (SP).

A jovem de 21 anos que deu à luz a um bebê de 800g no domingo (19) em Barra Bonita (SP) recebeu alta nesta terça-feira (21). Ela estava internada no Hospital São José.

O menino, que recebeu o nome de Gabriel, nasceu prematuro de 25 semanas de gestação. Segundo a família do bebê, a mãe não sabia que estava grávida quando entrou em trabalho de parto na manhã de domingo.

O bebê nasceu em casa e foi levado pela mãe e avó para o Pronto-Socorro de Barra Bonita, onde foi estabilizado e entubado. De lá, percorreu cerca de 25 km na ambulância da equipe especializada até o hospital em Jaú, onde permanece internado na UTI Neopediátrica.

Segundo a equipe médica o estado de saúde dele é regular. “Os prematuros mais extremos recebem uma dieta especial, endovenosa, ou seja, na veia e tendo uma melhora , ganho de peso, a gente passa para a sonda, num período de transição, e conforme vai melhorando, passamos para alimentação normal pela boca. No caso dele, um bebê de 25 semana, o tratamento pode demorar até 3 meses”, explica Luiz Gonzaga Gerlin, médico neonatologista.

Ainda de acordo com o médico, o bebê está pesando 840 g e mede 34 cm. Ele está sendo alimentado por sonda e recebe todos os cuidados da UTI.

Equipe especializada em transporte de pacientes críticos fez a transferência do bebê prematuro para a Santa Casa de Jaú  (Foto: German's EMS / Divulgação)

Equipe especializada em transporte de pacientes críticos fez a transferência do bebê prematuro para a Santa Casa de Jaú (Foto: German’s EMS / Divulgação)

Segundo um dos responsáveis pela transferência do bebê, por ter sobrevivido a viagem e também ter chegado no hospital com a oxigenação em 100% e frequência cardíaca regular, ele tem chances de sobreviver.

“Agora é aguardar a evolução dele, o ganho de peso, porque apesar do pouquíssimo peso, ele cabe na palma da minha mão, é um bebê que tem chances de sobrevida”, afirma o emergentista e paramédico, Jorge Manuel Germam.

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