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Dia a Dia

Com Patrícia Vanzolini, 1ª mulher presidente, OAB-SP dá posse a novos diretores e presidentes de subseções

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A seccional São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deu posse nesta segunda-feira (11) aos novos diretores da entidade, em cerimônia realizada no Theatro Municipal, localizado no Centro de São Paulo. O evento contou com a presença da advogada criminalista Patricia Vanzolini, de 49 anos, primeira mulher a ser eleita presidente da OAB-SP , do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador, Rodrigo Garcia (PSDB).

Também tomaram posse os presidentes das subseções regionais da entidade na capital paulista (a OAB divide a cidade em regiões, chamadas de seccionais, onde há uma representatividade local) e da diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo, entidade de apoio aos advogados.

Todos, assim como Patrícia, que tomou posse em janeiro, têm mandatos de três anos, até 2024.(entenda como funciona a eleição na entidade abaixo.)

“Em um momento que o Brasil vive tantos extremos e desrespeitos na sociedade, a vitória da Patricia Vanzolini tem um significado importante para nós, não só pelo empoderamento da mulher, mas pelo respeito da igualdade de oportunidades”, disse Garcia.

 

Garcia defendeu a Constituição como “a defesa da sociedade como um todo, sabendo trabalhar com quem pensa de forma diferente da gente”.

Patrícia Vanzolini é a primeira mulher na história da instituição, criada em 1932, a ser eleita presidente da seccional São Paulo. Ao assumir a OAB paulista, Patrícia defendeu a união e que sua gestão será “para todos e para todas, as mulheres, os homens, os brancos, os negros, para o interior, para a capital”.

Patrícia foi eleita em novembro presidente da OAB- SP com 36% dos votos válidos, em uma disputa acirrada. Ela já havia concorrido a uma chapa na entidade em 2018, quando disputava a vice-presidência, encabeçada, na época, por Sica – agora vice-presidente dela.

Criminalista Patricia Vanzolini votando nas urnas eletrônicas nesta quinta-feira — Foto: Reprodução/redes sociais

Criminalista Patricia Vanzolini votando nas urnas eletrônicas nesta quinta-feira — Foto: Reprodução/redes sociais

Quem é a nova presidente da OAB-SP

 

Patrícia possui graduação, mestrado e doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP.

Foi vice-presidente da Associação dos Advogados Criminalistas de São Paulo – ABRACRIM-SP e é sócia do Escritório Brito e Vanzolini Advogados Associados.

É também professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do Damásio Educacional, cursinho preparatório para o exame da Ordem.

Autora de obras como “Manual de Direito Penal”, pela editora Saraiva, e de “Teoria da Pena: Sacrifício, Vingança e Direito Penal”, publicado pela editora Tirant Brasil, entre outros.

“Mais do que representar a primeira mulher no comando da maior seccional do país, reconheço o peso da responsabilidade que é reconstruir a OAB com meu compromisso de atuar na defesa intransigente das prerrogativas de todos os advogados e da valorização da profissão, do primeiro ao último dia de meu mandato. O momento é de união e responsabilidade, com o compromisso de atuar para todos os advogados, independentemente da chapa que eles defenderam neste pleito”, disse ela, em nota, após vencer a disputa.

Patrícia Vanzolini foi eleita presidente da OAB-SP — Foto: Chapa 14 - 'Muda OAB/SP'

Patrícia Vanzolini foi eleita presidente da OAB-SP — Foto: Chapa 14 – ‘Muda OAB/SP’

Voto a voto

 

Em disputa acirrada, Patrícia venceu o atual presidente da entidade, Caio Augusto Silva dos Santos, candidato a reeleição.

Ela obteve 64.207 votos (35,80%), Caio Augusto Silva dos Santos, 58.821 votos (32,79%); e Dora Cavalcanti, 18.351 votos (10,23%).

Cinco chapas disputavam a presidência da seccional São Paulo.

No Brasil, a categoria possui mais de 1,3 milhão de filiados. Só em São Paulo, a maior seccional do país, estavam aptos a votar 350 mil advogados e advogadas com inscrição profissional definitiva e válida para trabalhar no estado.

A OAB é uma entidade federal independente, não subordinada a nenhum órgão estatal e possui previsão na Constituição Federal como indispensável para a democracia e à função jurisdicional do estado.

entidade teve um papel de destaque durante o processo de redemocratização do país e o combate à tortura e aos abusos durante o regime militar nas décadas de 60 e 70.

O presidente nacional da OAB pode impetrar processos no Supremo Tribunal Federal (STF) e em outros órgãos federais, como ação direta de inconstitucionalidade, em que é possível questionar a legalidade e a validade de leis ou normas federais ou estaduais.

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G1

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