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Polícia

Polícia ouve depoimento no caso de morte de aluno

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Polícia ouve depoimento no caso de morte de aluno

Família da vítima e funcionários da escola ainda deverão prestar depoimento.
Menino morreu em hospital, após sofrer ferimentos graves no dia 30 de agosto

A Polícia Civil deu início à tomada de depoimentos no caso do estudante Eduardo Souza Cordeiro, de 12 anos, que morreu no hospital durante a madrugada do dia 31 após deixar a escola onde estudava, em Belém, com ferimentos nas costelas e baço. A polícia não informou o teor do que foi relatado pela professora da Escola Estadual Santo Afonso.

Eduardo morreu durante a madrugada no Pronto Socorro Municipal Mario Pinotti, em Belém, onde havia dado entrada horas antes. Os ferimentos teriam ocorrido às 17h de terça-feira (30), quando ele estava no colégio. Segundo a escola, o menino se machucou ao cair durante o intervalo, mas a família acredita que ele foi espancado. Após a morte de Eduardo as aulas foram suspensas nesta quinta-feira (1º).

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) deve encaminhar à delegada responsável pelas investigações a relação dos funcionários que estavam presentes na escola no momento em que tudo aconteceu. A família da vítima e outros servidores da escola devem ser chamados posteriormente para prestar depoimento.

A delegada Adriana Magno, diretora do Divisão de Atendimento ao Adolescente (DATA) solicitou urgência no laudo produzido pelo Instituto Médico Legal (IML) para auxiliar nas investigações, e afirma que trabalha com três hipóteses.

“Se já havia outros episódios em que ele estaria envolvido com algum tipo de discriminação, agressão; a família, se já teria acompanhado, qual era a situação desse menor ali; e a direção como um todo, se já tinha feito algum atendimento, se ele estava tendo algum tipo de problema dentro da escola que pudesse motivar esse tipo de incidente que aconteceu”, explica Magno.

Duas versões

Segundo funcionários da Escola Estadual Santo Afonso, os ferimentos apresentados por Eduardo foram consequência de um acidente: a escola diz que ele caiu durante uma brincadeira, mas a família acredita que Eduardo – que era vítima de bullying – possa ter sido espancado.

“Ele caiu na área e bateu a costela. Colocamos bolsa de gelo e levaram o menino andando. Ele saiu andando com tio e a avó”, afirma a professora Regina Monteiro.

Para Mauro Guedes, tio da criança, os ferimentos apresentados por Eduardo foram graves demais para um acidente. “Teve que tirar o baço dele, perfurou um pulmão. Aí nós estamos querendo saber o motivo dessa agressão, os detalhes de como foi que aconteceu isso”, disse.

De acordo com o IML, a certidão de óbito de Eduardo indica ruptura de baço, escoriações externas e hematomas, mas ainda não é possível apontar o que causou os ferimentos. O laudo que pode identificar as causas tem um prazo de 20 dias para ser concluído, mas este prazo pode ser reduzido para 10 dias a pedido a delegada que investiga o caso.

De acordo com a Secretaria de Educação do Estado (Seduc), as duas versões estão sendo apuradas.

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