Siga nossa Redes
xvideos4.pro julia jerez de garcia salinas.
ngentot pagkantot sa magandang kapitbahay.
www.hotdesimovs.com blowjobs and pussy play.

Sem categoria

Pesquisadores da Unesp de Rio Preto ajudam no mapeamento da doença de Chagas

Publicado

em

Pesquisadores da Unesp de Rio Preto ajudam no mapeamento da doença de Chagas

Pesquisadora de Rio Preto estuda o barbeiro há mais de 30 anos. São mais de 100 espécies.

O bicho barbeiro, que transmite a Doença de Chagas, é muito comum no noroeste paulista. Várias pesquisas já foram feitas para ajudar a mapear o inseto e a combater a doença. A última delas revelou que quem faz o exame, descobre que foi infectado, mas não tem nenhum sintoma precisa redobrar os cuidados, principalmente, se a pessoa tiver outras doenças.

A doença, mesmo sem sintomas, é perigosa. É o que revela uma pesquisa da USP publicada recentemente na revista Plos. Os cientistas acompanharam pacientes que vieram doar sangue entre 1996 e o ano 2000 e descobriram que as pessoas com a doença de Chagas, sem nenhum sintoma, têm duas vezes mais chances de morrer do que as saudáveis. “Objetivo do estudo era trazer dados que mostrem a importância da infecção e que chamem a atenção para o problema”, afirma a pesquisadora da USP Ester Sabino.

A doença de Chagas é transmitida por um inseto, o barbeiro. A pesquisadora da Unesp de São José do Rio Preto (SP) Maria de Azeredo de Oliveira estuda o barbeiro há mais de 30 anos. São mais de 100 espécies. O inseto que se alimenta de sangue humano é o principal vetor de transmissão da doença.

“Ao picar essas pessoas na face, daí o nome barbeiro, as pessoas se coçam, porque ao mesmo tempo em que ele pica, durante seu repasse sanguíneo, ele defeca, e as pessoas inconscientemente coçam a região, transmitindo dessa forma, a possibilidade de que esse protozoário entre na mucosa humana”, afirma.

No corpo, ele ataca o intestino e provoca diversas alterações no coração. “Pode dar doença no esôfago, no intestino grosso e no coração, dilatando o coração ou na parte elétrica do coração, e aí você resolve isso com marca-passo”, afirma o cirurgião cardíaco Roberto Vito Ardito.

Embora esteja controlada, a doença, descoberta há mais de 100 anos, ainda ataca muita gente. “Somente no Brasil nós temos dois milhões de pessoas infectadas, nós temos 12 mil e 800 mortes por ano e vivem sobre área de risco na América Latina 70 milhões de pessoas. Então são dados fortes, a saúde pública deveria se preocupar com esse inseto que é o principal vetor dessa doença”, afirma a pesquisadora.

A doença de Chagas não tem cura, mas tem tratamento. “Dependendo do estágio, se o paciente tiver bloqueio no coração, ele deve colocar marca passado. Se o coração está bom, o paciente não tem nada e se tiver problema a gente vem a intervir”, diz o cirurgião.

Pesquisadoras da Unesp de Rio Preto (Foto: Reprodução/TV TEM)

Pesquisadoras da Unesp de Rio Preto (Foto: Reprodução/TV TEM)

mais lidas