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Esportes

O pós-vitória de Peres: o que já mudou e o que ainda deve mudar na administração do Santos

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O pós-vitória de Peres: o que já mudou e o que ainda deve mudar na administração do Santos

Apesar de José Carlos Peres ter sido bancado pelos sócios do Santos na votação dos dois processos de impeachment, o clube começou uma nova era no último sábado, após a assembleia geral realizada na Vila Belmiro. Com a continuidade do presidente no poder, o Santos deve passar por diversas reformulações nos próximos dias.

Quais serão os próximos passos do mandatário? E sua relação com seu vice Orlando Rollo, como fica? O planejamento de 2019 já começou a ser montado?

Abaixo, o GloboEsporte.com responde essas perguntas e mostra o que mudou e o que ainda deve mudar na administração do Santos após a permanência de José Carlos Peres na presidência.

Reformulação

O presidente admitiu que fará novas demissões para aliviar a folha de pagamento e diminuir os gastos. O mandatário sempre diz que o Santos “gera R$ 8 milhões em receita, mas gasta R$ 12 milhões”.

Peres quer reduzir as despesas do Peixe em ao menos R$ 4 milhões. Nos bastidores, são previstas de 30 a 40 demissões nos próximos dias. Vale sempre frisar: a intenção de Peres, mesmo dizendo ao vencer nas urnas que “não teria perseguição política”, é desligar o máximo possível de funcionários ligados a Orlando Rollo, seu desafeto público.

Na última segunda-feira, Peres convocou uma reunião com os executivos para discutir o processo de reformulação do clube. O encontro durou mais de quatro horas e contou com a presença dos executivos Marcelo Frazão, do marketing/comunicação, Ricardo Feijoo, do administrativo/financeiro, e de Rodrigo Gama Monteiro, do jurídico.

José Carlos Peres foi mantido na presidência pelos sócios do Santos — Foto: Marcos Ribolli

José Carlos Peres foi mantido na presidência pelos sócios do Santos — Foto: Marcos Ribolli

Comitê de Gestão

O CG santista tem quatro vagas abertas, já que Hanie Issa, Andres Rueda, Urubatan Helou e José Carlos de Oliveira renunciaram ao órgão no período turbulento que vivia o Santos.

José Carlos Peres insistirá nos nomes de Anilton Luiz Perão, José Bruno Carbone e Matheus Del Corso Rodrigues, que foram vetados pelos conselheiros no dia 30 de agosto. O Conselho Deliberativo analisa a questão.

Além do trio, o presidente convidou Paulo Schiff, ex-presidente do Conselho Deliberativo, para se unir ao Comitê de Gestão. Essa informação foi publicada inicialmente pelo jornal “A Tribuna”.

Os nomes sugeridos por Peres, porém, têm de ter aprovação do Conselho Deliberativo em reunião. A data do próximo encontro ainda não está definida.

Relação com Rollo

Minutos depois de ser mantido no cargo pelos associados do Santos, Peres disse que o momento é de paz, mas cobrou a renúncia do vice Orlando Rollo. Os dois são brigados abertamente desde o início da gestão. O presidente via a assembleia geral do último sábado como uma nova eleição e a chamava de “Peres x Rollo”.

O mandatário falou que marcará uma reunião com Rollo e Marcelo Teixeira, presidente do Conselho Deliberativo, para discutir a possibilidade da saída do vice.

Orlando Rollo já deixou claro, antes e depois da votação de sábado, que não pretende se afastar do cargo. Ele acredita que tem de corresponder à esperança depositada pelos associados que votaram nele nas eleições do ano passado.

Peres tentará fazer com que Rollo renuncie nos próximos dias — Foto: Ivan Storti / Divulgação Santos FC

Peres tentará fazer com que Rollo renuncie nos próximos dias — Foto: Ivan Storti / Divulgação Santos FC

Relação com Cuca e elenco

Um ponto que Peres precisa melhorar após a vitória nas urnas é “ganhar” o técnico Cuca e o elenco, que pouco têm contato com a diretoria, muito por conta do processo de impeachment. Agora, com o clima mais leve, tempo não falta para se aproximar e deixar o ambiente melhor para todos.

No momento, a relação não é das melhores. E nas últimas semanas ganhou um adicional. A polêmica da vez é a diretoria ter se mostrado irredutível a trocar o local do clássico contra o Corinthians, que será disputado no Pacaembu.

O elenco e Cuca gostariam que o jogo fosse na Vila Belmiro. Peres, inclusive, prometeu – e não cumpriu – que o jogo seria na Baixada Santista.

José Carlos Peres e Cuca ainda "não falam a mesma língua" no Santos — Foto: Ivan Storti/Santos FC

José Carlos Peres e Cuca ainda “não falam a mesma língua” no Santos — Foto: Ivan Storti/Santos FC

Futebol e planejamento 2019

Bancado pelos sócios, agora Peres pode pensar com tranquilidade e focar no planejamento do Santos para a próxima temporada. Até o momento, pouca coisa relacionada ao futebol avançou, justamente pelo Campeonato Brasileiro ainda estar em andamento. Reuniões com a comissão técnica e com o novo executivo de futebol, o volante Renato, estão previstas para os próximos dias.

O técnico Cuca, muito elogiado por montar bons elencos, deseja a chegada de reforços para a próxima temporada. O comandante quer um nome de peso para assumir o protagonismo da equipe no ano que vem.

Vale lembrar que o Santos muito provavelmente perderá Gabigol. O camisa 10 está emprestado pela Inter de Milão até o fim da temporada e dificilmente permanecerá, apesar de a diretoria do Peixe seguir tentando mantê-lo.

Outras pendências a resolver são as permanências de Robson Bambu, em fim de contrato, e Dodô, emprestado pela Sampdoria. As conversas para a renovação do zagueiro seguem travadas. Pelo lateral, o Peixe tem de desembolsar 1,5 milhão de euros (R$ 6,6 milhões).

Redegol

O Santos tem a intenção de romper o contrato com a Redegol, empresa responsável pelo controle de venda de ingressos dos jogos do Peixe. O departamento jurídico do clube analisa o caso antes de uma decisão ser tomada.

A Redegol foi descredenciada pela FPF e não pode atuar mais em jogos no estado de São Paulo. Recentemente, o Santos lançou um aplicativo em conjunto com a empresa para facilitar a entrada dos torcedores no estádio. Principalmente nos jogos no Pacaembu, os santistas reclamavam muito das filas antes do início das partidas.

O Santos já procura outras empresas de controle da comercialização de entradas no mercado. O GloboEsporte.com procurou os responsáveis pela Redegol, mas não obteve resposta.

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