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O Legado da Greve

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O Legado da Greve

Certamente o legado da recente greve que parou o Brasil não foram 46 centavos a menos no preço final do óleo diesel. Uma coisa é certa. Se houve uma greve, não importa de que categoria, é porque as negociações não foram exauridas.

Não pretendo pôr em dúvida as causas defendidas pelos caminhoneiros, cujas reivindicações eram legítimas e, por isso, encontraram eco na população. Houve prejuízos para todos os brasileiros, que se viram em meio à maior crise de abastecimento em anos, mas, também, para esses trabalhadores, que por alguns dias foram privados do convívio de suas famílias e correram riscos ao ficarem acampados precariamente nos acostamentos, em vários estados.

O mundo passa por um momento de grandes transformações. Cada vez mais, as necessidades individuais se sobrepõem às coletivas, defendendo interesses cada vez mais difusos. A intolerância chega a níveis cada vez mais extremos em ninguém mais quer ouvir a opinião do outro. Cada um tem a sua razão e ponto final.

Que me desculpem os mais exaltados, mas as coisas não devem ser assim. Não podem e não precisam ser assim. O melhor caminho é e sempre será a diplomacia.

A greve dos caminhoneiros uniu as pessoas. Porque as causas eram justas e atingiam a maciça parcela da população que, de uma forma ou de outra, acabava pagando a conta dos constantes reajustes nos preços dos combustíveis, seja na hora de encher tanque no posto, de acender o fogão para cozinhar, ou mesmo no que os combustíveis implicam na composição do preço final de tudo o que consumimos diariamente e que chega aos nossos lares pelas carretas que cortam o Brasil diariamente.

O momento é de consenso. Não digo de união, pois é muito difícil, neste período que se aproxima, entretanto é preciso que tenhamos bom senso. Defender uma ideia nem sempre significa desprezar a dos outros. Na democracia, só não cabe a intransigência.

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