Os ministros da Suprema Corte brasileira, numa canetada decidiram que seus salários vão subir em 16%. Rapidamente, em menos de 48 horas, os procuradores da

Redação Publicado em 13/08/2018, às 00h00 - Atualizado às 15h17
Os ministros da Suprema Corte brasileira, numa canetada decidiram que seus salários vão subir em 16%. Rapidamente, em menos de 48 horas, os procuradores da República, também querem os mesmos 16%. Enquanto eles canetam o próprio aumento, dependendo apenas da conivência do Congresso, o trabalhador comum, sem força até para carregar a marmita gelada, não tem poder para decidir o quanto necessita para sobreviver.
Não se trata de achar que ministros e outros servidores não mereçam ganhar bem. Até merecem. O problema não o aumento e nem o percentual adotado. O problema é o momento. O governo suspendendo até itens da merenda escolar, reduzindo entrega de medicamentos de alto custo; paciente morrendo nas filas e outros tantos problemas tão sérios, por si só, imagina o cidadão de bom senso, seriam suficientes para envergonhar os poderosos trabalhadores que usam toga.
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