Um levantamento realizado pelo Observatório De Olho na Quebrada, ligado à União de Núcleos e à Associação dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas) traçou

Redação Publicado em 10/02/2022, às 00h00 - Atualizado às 07h24
Um levantamento realizado pelo Observatório De Olho na Quebrada, ligado à União de Núcleos e à Associação dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas) traçou um perfil da relação dos jovens da comunidade com a vacinação. Ele aponta que 23,71% dos jovens com idades entre 11 e 29 anos informaram que ao menos uma pessoa tentou influenciá-los a não se vacinar contra a Covid-19.
Além disso, uma pessoa disse aos pesquisadores que não iria se imunizar contra a doença.
Durante a pandemia, 16,38% dos entrevistados informaram que receberam notícias falsas sobre a vacinação. E 49,57% afirmaram conhecer pelo menos uma pessoa que decidiu não se vacinar por motivos como:
Todos imunizantes contra a Covid-19 em uso no Brasil foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e passaram por estudos para atestar sua segurança. Com elas, o número de internações pela doença reduziram significativamente.
A maioria dos jovens entrevistados considera importante se vacinar. A pesquisa foi realizada em parceria com a Universidade Federal do ABC entre os meses de outubro e dezembro de 2021 e ouviu 232 jovens.
Dos entrevistados, 98,7% dos jovens de 11 a 29 anos afirmaram ter tomado ao menos uma dose contra a vacina a Covid-19 e 70,74%, as duas doses.
Ainda segundo o levantamento, 88,65% se vacinaram sem nenhum receio e 11,35% se vacinaram, mas ficaram com medo da vacina.
Do total dos entrevistados, 38 pessoas informaram que foram contaminadas com a Covid-19 antes de se vacinar.
A pesquisa também mostra que metade dos entrevistados nunca realizou um teste para saber se estava contaminado com o vírus da Covid-19, somente 48,28% dos jovens informaram que fizeram ao menos um teste durante a pandemia.
A pesquisa também levantou os dados de desemprego durante a pandemia entre a faixa etária entrevistada: 53% trabalham atualmente; destes, 65,56% presencialmente.
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G1
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