Deputada Fernanda Melchionna apresenta mais de 400 mil assinaturas pedindo a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro

Gabriela Thier Publicado em 18/09/2025, às 19h43
Recentemente, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) intensificaram seus esforços para contestar a indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da minoria na Câmara dos Deputados. A decisão de nomeá-lo foi anunciada pelo Partido Liberal (PL), mas gerou polêmica, especialmente considerando que Eduardo se encontra nos Estados Unidos desde fevereiro. Até o momento, a formalização da nomeação por parte do presidente da Câmara, Hugo Motta, ainda não ocorreu.
Em um ato simbólico, a deputada Fernanda Melchionna, do PSOL, apresentou caixas contendo mais de 400 mil assinaturas solicitando a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro. Melchionna criticou a nomeação, afirmando que essa tentativa representa uma manobra para "enganar a inteligência do povo brasileiro".
Além disso, tanto o PT quanto o PSOL já protocolaram oficialmente um pedido visando a cassação do mandato do parlamentar. A oposição, representada por vozes como a de Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, manifestou sua indignação, classificando a nomeação como um "absurdo". A situação provocou um debate fervoroso acerca da legitimidade da escolha e das possíveis repercussões políticas que podem advir desse processo.
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