O ministério foi o mais afetado pelo congelamento orçamental

Gabriela Thier Publicado em 31/07/2024, às 19h04
O Ministério da Saúdechegou a marca de R$4,4 bilhões, da dotação total de R$47 bi, congelados, seguindo o plano de limite de gastos do Governo Federal, a medida foi tomada com o objetivo cumprir os padrões do arcabouço fiscal e manter a meta de déficit zero das despesas públicas até o final do ano.
Com a medida, o Ministério da Saúde acabou sendo o mais afetado pelo congelamento do Orçamento de 2024, seguido do Ministério das Cidades com R$2,1 bi congelados, o Ministério dos Transportes com R$1,5 bi, o da Educaçãocom R$1,3 bi e o Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome com R$924,1 milhões. O menos afetado foi o gabinete da vice-Presidência da República, que teve R$100 mil congelados da doação total de R$5 milhões.
É possível substituir as despesas congeladas a qualquer momento, a menos que o órgão as solicite para abertura de crédito. Os ministérios e órgãos afetados têm até o dia 6 de agosto para implementar mudanças e informar quais programas e ações serão afetados pelo corte de orçamento.
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