Diário de São Paulo
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Eleições Presidenciais

Lula parabeniza vitória da esquerda nas eleições de Portugal: “Vitória da democracia”

A vitória do socialista António José Seguro nas eleições presidenciais de Portugal foi celebrada pelo presidente Lula, que ressaltou o caráter pacífico do pleito e o fortalecimento das relações bilaterais

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Imagem: Reprodução / Agência Brasil / Fabio Rodrigues-Pozzebom
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Imagem: Reprodução / Agência Brasil / Fabio Rodrigues-Pozzebom

William Oliveira Publicado em 09/02/2026, às 09h33


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou o socialista António José Seguro pela vitória nas eleições presidenciais de Portugal, realizadas no domingo (8). Em publicação nas redes sociais, Lula destacou o caráter pacífico do pleito e classificou o resultado como uma vitória da democracia em um momento considerado sensível para a Europa e o cenário internacional.

“Parabéns a António José Seguro pela vitória expressiva nas urnas. Numa eleição que se desenvolveu de forma pacífica e representa a vitória da democracia num momento tão importante para a Europa e o mundo. E consolida a posição de Portugal de apoio ao acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente brasileiro.

Na mesma manifestação, Lula reforçou a disposição do Brasil em ampliar a parceria com Portugal. Segundo ele, o governo brasileiro seguirá trabalhando com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, e com o novo presidente, António José Seguro, pelo fortalecimento das relações bilaterais, pela defesa do multilateralismo e pelo desenvolvimento sustentável.

António José Seguro venceu o segundo turno das eleições presidenciais com 66,7% dos votos válidos, contra 33,3% de André Ventura, do partido de extrema-direita Chega. O resultado confirmou as pesquisas divulgadas ao longo da campanha.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Seguro agradeceu aos eleitores e afirmou que os grandes vencedores da eleição foram os portugueses e a democracia. Ele declarou que pretende atuar como agente de mudanças para melhorar a vida da população, citando desafios nas áreas da saúde e no enfrentamento aos incêndios florestais. “Ou a política serve para resolver o problema das pessoas ou não serve para rigorosamente nada”, disse.


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