Lula e Alckmin participam da diplomação em evento especial do TSE

Vitória Tedeschi Publicado em 12/12/2022, às 14h47
Nesta segunda-feira (12), desde às 14h, está sendo realizada a cerimônia da diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), eleitos em outubro deste ano.
O evento, que acontece em Brasília, teve acesso restrito e esquema reforçado de segurança, que supera até mesmo o megaevento realizado pela Corte para a posse do atual presidente do órgão, Alexandre de Moraes, em agosto.
A cerimônia especial acontece para que Lula e Alckmin recebam um diploma assinado pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Alexandre de Moraes, onde está certificado que a Justiça Eleitoral apurou todos os votos, analisou as contas dos partidos, avaliou os recursos que questionaram o resultado do pleito e atesta que ambos têm condições de assumir o mandato de 2023 a 2026.
Assim, a diplomação marca o encerramento do processo eleitoral, após o julgamento das contas de campanha, e habilita a chapa vencedora a tomar posse em 1 de janeiro de 2023.
O presidente eleito, que já discursou no evento, em seu discurso, agradeceu ao povo brasileiro "pela honra de presidir pela terceira vez o Brasil". Além disso, citou sua primeira diplomação em 2002 e reafirmou que fará o que for necessário para um país melhor.
Reafirmo hoje que farei todos os esforços para, juntamente com meu vice Geraldo Alckmin, cumprir o compromisso que assumi não apenas durante a campanha, mas ao longo de toda uma vida: fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo os mais necessitados", iniciou.
Ele ainda agradeceu ao povo brasileiro, que foi "sábio" ao escolher o amor ao invés do ódio e a democracia no lugar do arbítrio.
Além da sabedoria do povo brasileiro, que escolheu o amor em vez do ódio, a verdade em vez da mentira e a democracia em vez do arbítrio, quero destacar a coragem do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, que enfrentaram toda sorte de ofensas, ameaças e agressões para fazer valer a soberania do voto popular", disse Lula.
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