O Instituto Nacional de Tecnologia e Ciência Forenses da Espanha comparou os materiais genéticos

Juliane Moreti Publicado em 10/02/2023, às 17h56
O atleta Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro, enfrentando a acusação de ter estuprado uma mulher na Espanha, em uma noite na boate. Testes de DNA comprovam que houve penetração vaginal de acordo com os materiais genéticos, contradizendo as versões iniciais do jogador.
De acordo com informações do Jornal El Periódico, antes de ser preso, Daniel Alves já tinha entregado voluntariamente uma amostra de seu DNA. Então, nas investigações, o Instituto Nacional de Tecnologia e Ciência Forenses da Espanha começou um trabalho árduo.
Além do DNA de Daniel Alves, o órgão recolheu amostras de sêmen de mais quatro lugares: chão do banheiro da discoteca, roupa íntima da jovem que fez a acusação, um vestido que ela também entregou ao denunciar o jogador e, por último, uma amostra de sua cavidade intravaginal.
Depois das comparações dos especialistas, todos os testes deram positivo, ou seja, nas amostras da jovem, há resquíscios do DNA (sêmen) de Daniel Alves. A amostra da cavidade vaginal ainda contribuiu para confirmar que houve penetração e não apenas sexo oral, como o jogador havia apresentado em uma de suas versões iniciais.
Apenas na 3ª vez, ele admitiu que houve a penetração vaginal. Todas as coletas realizadas para os exames foram realizadas apenas algumas horas após a jovem deixar a discoteca, ou seja, eram provas recentes.
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