O caso aconteceu durante a última quinta-feira (09)

Thais Bueno Publicado em 13/03/2023, às 16h44
Recentemente, a família de uma menina, de apenas 11 anos de idade, fez uma denúncia para a polícia. O pai dela decidiu ir até a delegacia depois de receber um aviso, do próprio colégio da filha, de que ela teria sido abusada sexualmente por um professor do instituto.
De acordo com informações do portal Campo Grande News, o caso, que está sendo investigado, ocorreu em uma escola estadual de Três Lagoas, que fica a a 338 km de Campo Grande, capital do estado do Mato Grosso do Sul (MS).
Segundo revelado no boletim de ocorrência registrado sobre o caso, ao qual o veículo já mencionado acima teve acesso, na última quinta-feira (09), duas garotinhas saíram chorando da quadra do colégio e foram direto beber água.
Nisso, a coordenadora da instituição de ensino percebeu e perguntou o que tinha acontecido. Foi nesse momento que as garotas relataram terem sido violentadas sexualmente pelo professor de educação física.
Em depoimento para a profissional, as menores de idade disseram que o professor passou a mão nas coxas, costas e seios delas. Segundo elas, ele ambém havia puxado o cabelo de uma das meninas. O caso foi levado à diretoria que, em seguida, contou aos pais das vítimas.
Em entrevista ao Campo Grande News, a tia da menina de apenas 11 anos, que não tev a identidade revelada por segurança, afirmou que, assim que a sobrinha entrou no colégio, já tinha percebido que o professor tinha um comportamento um tanto quanto estranho.
"A gente conversa com ela bastante e, assim que aconteceu, ela contou. Disse que ele apertou os seios dela, que estavam até com hematomas", iniciou a mulher.
A jovem ainda declarou que, em certos momentos, o professor pedia para que as crianças em suas aulas "fechem os olhinhos, se não perde ponto". Nisso, ele aproveita que elas estão mais vulneráveis ainda para cometer o abuso.
O pai da vítima, que também não teve nome e idade revelados, está muito abalado com o caso. "Meu irmão está arrasado e minha sobrinha com muito medo", disse ao veículo. Ele foi até a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) e registrou o B.O. na última sexta-feira (10) como estupro de vulnerável.
Ainda de acordo com informações do boletim de ocorrência, o professor já teria assediado outras alunas durante o ano passado; porém, ele não havia sido afastado pois, segundo a diretoria da instituição, nenhuma família tinha feito uma denúncia formal.
O caso segue sob investigação das autoridades responsáveis.
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