O prédio precisou ser evacuado após uma sequência de tremores fortes sentidos pelos moradores

Milleny Ferreira Publicado em 16/02/2024, às 13h14
A construtora de imóveis JR Ltda, que foi a responsável pela evacuação do prédio na Praia Grande, litoral sul de São Paulo, informou nesta sexta-feira que irá custear os gastos dos moradores que precisarem pagar por alguma outra hospedagem. De acordo com a prefeitura da cidade, mesmo com a maioria dos residentes terem preferido se abrigar em casa de parentes próximos, uma boa parte ainda necessita ser alocada em um hotel.
O prédio localizado no condomínio Giovannina Sarane Galavoti, localizado na Avenida Jorge Hagge, no bairro Aviação, houve uma sequência de tremores na estrutura e precisou que todos os seus moradores (em média 250), saíssem do local nesta última terça-feira (13).
De acordo com o portal Metrópoles, o edifício conta com 23 pavimentos e subsolo, possui em média 133 apartamentos que foram distribuídos em 19 andares. Contendo 80 deles usados como moradia e os demais como imóveis de veraneio.
A construtora formou o protocolo em conjunto com a Secretaria de Urbanismo, o plano emergencial de escoramento do prédio, um projeto para a recuperação definitiva das estruturas danificadas e o laudo de condição estrutural da obra.
Até o momento a documentação ainda será analisada pelo corpo técnico da Prefeitura de Praia Grande e o processo de uma inserção emergencial com mais de 2 mil escoras metálicas nos trechos danificados segue em desenvolvimento.
Não houve nenhum outro problema, o edifício passou pelos testes de gás, que não identificaram nenhum vazamento e o elevador também teve um resultado positivo nos testes feitos.
As caixas d’água do edifício foram esvaziadas com o objetivo de diminuir o peso sobre as pilastras.
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