Líder argentino implementou uma série de medidas com o objetivo de estabilizar as finanças públicas

William Oliveira Publicado em 27/09/2024, às 11h57
Nos primeiros seis meses de 2024, a Argentina vivenciou um agravamento significativo da pobreza sob a administração do presidente Javier Milei, conforme revelado por dados divulgados nesta quinta-feira (26). Atualmente, o líder argentino implementou uma série de medidas de austeridade com o objetivo de estabilizar as finanças públicas e controlar a dívida nacional.
De acordo com o Observatório da Universidade Católica da Argentina (UCA), a taxa de pobreza atingiu 55,5% no primeiro trimestre do ano, antes de recuar para 49,4% no segundo trimestre. Em média, a taxa de pobreza para o primeiro semestre de 2024 foi de 52%, impactando aproximadamente 22,5 milhões de cidadãos. No último trimestre de 2023, essa taxa era de 41,7%.
Embora os mercados e investidores tenham reagido positivamente aos cortes nos gastos públicos promovidos por Milei, reconhecendo-os como necessários para corrigir as finanças do país após anos de crise econômica, essas medidas também contribuíram para uma recessão profunda.
No entanto, há indícios de que a economia argentina já pode ter passado pelo pior momento dessa fase recessiva.
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