Declaração ocorre após tentativas dos EUA de reforçar o cessar-fogo em Gaza, evidenciando a complexidade das relações na região

Gabriela Thier Publicado em 26/10/2025, às 20h07
No último domingo (26), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país não necessita de autorização externa para conduzir operações militares contra seus adversários. Durante uma reunião de gabinete, Netanyahu enfatizou a independência de Israel como um Estado soberano ao declarar: "Nossa política de segurança está em nossas mãos".
O primeiro-ministro também destacou que a resposta do país a ataques é determinada por critérios próprios, fazendo referência a ações anteriores realizadas no Líbano e, mais recentemente, na Faixa de Gaza. Essa declaração vem em um momento crítico, uma semana após a visita de altos funcionários do governo dos Estados Unidos que tentaram reforçar o cessar-fogo em vigor em Gaza desde o dia 10 de outubro.
A postura firme de Netanyahu reflete a contínua tensão na região e a complexidade das relações diplomáticas entre Israel e seus vizinhos, além do impacto das intervenções internacionais nas decisões de segurança do país.
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