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Guerra

Keir Starmer defende que a paz com a Rússia não deve ser a qualquer custo

O primeiro-ministro britânico convoca a comunidade internacional a unir esforços

O primeiro-ministro britânico convoca a comunidade internacional a unir esforços - Imagem: Reprodução / X / @damian_from
O primeiro-ministro britânico convoca a comunidade internacional a unir esforços - Imagem: Reprodução / X / @damian_from

Gabriela Thier Publicado em 17/02/2025, às 14h38


Nesta segunda-feira (17), o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, manifestou sua posição sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, afirmando que a paz não deve ser buscada a qualquer custo. Em um artigo veiculado no The Telegraph, Starmer enfatizou a importância da participação da Ucrânia nas negociações, alertando que aceitar menos significaria validar a visão de Vladimir Putin sobre o país.

"Qualquer alternativa a isso equivaleria a aceitar a concepção de Putin de que a Ucrânia não é uma nação legítima", afirmou o líder britânico.

Starmer também destacou o papel fundamental dos Estados Unidos na construção de um acordo duradouro. De acordo com suas declarações, apenas os EUA possuem a influência necessária para dissuadir novos ataques por parte do Kremlin, o que torna essencial a colaboração entre os aliados ocidentais. Ele mencionou que se encontrará em breve com o presidente dos EUA, Donald Trump, e outros líderes do G7 para debater estratégias voltadas à formulação de "um acordo robusto".

O primeiro-ministro britânico ressaltou que a questão vai além da soberania ucraniana, sendo um desafio existencial para toda a Europa. Ele convocou a comunidade internacional para unir esforços em defesa dos valores e liberdades fundamentais, destacando que essa mobilização é crucial para a segurança nacional do Reino Unido.

"Este é o momento em que todos devemos agir coletivamente, e o Reino Unido está comprometido com essa causa, pois é imperativo defendermos os valores e as liberdades que consideramos essenciais e que são vitais para nossa própria segurança nacional", concluiu Starmer.


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