Atacante de boa estatura, técnica e imposição, Matheus Cunha é mais uma tentativa de Tite para achar seu centroavante para a Copa do Mundo do Catar. Por mais

Redação Publicado em 31/01/2022, às 00h00 - Atualizado às 10h39
Atacante de boa estatura, técnica e imposição, Matheus Cunha é mais uma tentativa de Tite para achar seu centroavante para a Copa do Mundo do Catar. Por mais que não seja um camisa 9 essencialmente de área, tem características que o credenciam à disputa. Se participou de lances capitais na partida contra o Equador – no gol de Casemiro e na expulsão do goleiro, ainda falta o gol.
O jogador tem poucos jogos – cinco, com três saindo do banco – e poucos minutos – menos de 300 – na seleção principal e ainda busca o primeiro gol. Aquele que tira o peso e dá confiança.
O tema tem sido recorrente na Seleção. Protetor de primeira linha de seus jogadores, Tite sempre divide a responsabilidade dos gols na sua equipe, mas o fato é que já lançou mão de sete alternativas para o comando do ataque nas Eliminatórias para o Mundial – e as respostas foram tímidas.
Apenas três marcaram – Richarlison, Roberto Firmino e Gabigol. A melhor média de minuto/gol em campo é de Firmino, um a cada 135 minutos em campo. Richarlison, 1 a cada 142 minutos. Por fim, Gabigol tem 1 a cada 2109 minutos entre as quatro linhas.
A seleção brasileira faz o último treino nesta tarde, às 16h, em Belo Horizonte, antes de enfrentar o Paraguai. O jogo está marcado para 21h30, no Mineirão, com transmissão da TV Globo, do SporTV e do ge ao vivo
— Ficar muito tempo sem fazer gol é ruim, mas isso faz parte do futebol, acontece com grandes jogadores também. Importante é o trabalho que eles fazem para ajudar nossa seleção. Eles se doam ao máximo, sempre fazem o melhor para nos ajudar. O gol saindo ou não dos atacantes, tem que ficar tranquilo. É um processo natural e logo vão marcar – opinou o meia Fred
Camisa 9 na última Copa do Mundo, Gabriel Jesus é o vice-artilheiro da era Tite – são 18 gols em 53 jogos, mas enfrenta seca incômoda. Ele não marca há 18 jogos – desde a final da Copa América de 2019, contra o Peru. Hoje, tanto no Manchester City quanto na Seleção, Gabriel Jesus atua mais pelas pontas – na direita, de preferência -, mas volta e meia se torna alternativa de Tite para compor dupla de ataque. E o gol não sai. Em 10 jogos, foram sete no alvo.
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GE
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