O ministro citou o caso das joias de Bolsonaro

Gabriela Thier Publicado em 13/07/2024, às 13h19
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad se referiu a gestão Bolsonaro como “quadrilha” durante o 19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em São Paulo, referenciando o caso da Abin paralela e o das joias no qual o ex-presidente foi indiciado.
“As últimas investigações dão testemunho de que tipo de quadrilha que estava no poder, e nós temos que lidar hoje com essa bandidagem, e vai ser assim, até que nós possamos reconstituir os polos em termos moderados para que a disputa democrática seja feita, respeitando as regras do jogo”, disse o ministro.
Ainda, Haddad chamou ateção para o perigo do extremismo na política: “Historicamente falando, é uma chama que vai se consumir a ela mesma. Porque ela é tal uma explosão de irracionalidade, que ela se consome. O problema é o rastro que ela deixa”, disse o ministro, destacando que o Brasil demonstrou “mais força contra a posição extrema” do que os Estados Unidos.
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