O novo filme apresenta o desfecho do caso que resultou na condenação de Suzane pela morte dos pais

Vitória Tedeschi Publicado em 04/11/2023, às 15h55
Após o lançamento do terceiro filme da série "A Menina Que Matou Os Pais: A Confissão" no Amazon Prime Video, Cintia Tucunduva, delegada que investigou o caso von Richthofen em 2002 comentou sobre as diferenças entre a realidade e o que foi representado no longa.
Em seu perfil no Instagram, a delegada avaliou que este é o melhor longa da série, pois os outros dois ficaram "fora da realidade" (veja os vídeos mais abaixo).
No entanto, ela apontou uma grande diferença no temperamento de Suzane von Richthofen no filme e na vida real.
Não me recordo da cena em que a Suzane pede perdão ao irmão. Eu não me recordo de nenhum momento dela relativo à compaixão, a perdão, a arrependimento", disse ela.
Cintia também afirmou que Suzane não teve demonstração de gritos e desespero no momento em que foi presa. "Durante toda a investigação, não demonstrou nenhum sentimento", afirmou.
Além disso, a delegada apontou outro detalhe de frieza: a reação de Suzane, ao invés dos gritos do filme, foi perguntar se podia dormir no sofá da delegacia enquanto era preparada uma minuta de prisão temporária.
Deitou para dormir no sofá, e eu pensei ‘Nossa, eu nunca vi isso’. Ela estava totalmente desacreditada que o crime fosse esclarecido ou o que fosse acontecer alguma coisa a ela. Deu essa impressão", diz Cintia.
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