Diddy, conhecido por seu sucesso na música e negócios, enfrenta sérias acusações

Manoela Cardozo Publicado em 06/02/2025, às 15h55
Sean "Diddy" Combs enfrenta duas novas acusações de estupro nos Estados Unidos. Preso desde setembro do ano passado em Nova York, o rapper foi processado por duas mulheres que alegam ter sido abusadas no final dos anos 1990 em um hotel que pertenceria a Donald Trump, atual presidente dos EUA.
As informações foram divulgadas pelo site TMZ, que teve acesso ao processo movido pelas vítimas. De acordo com a denúncia, os crimes teriam ocorrido após uma festa organizada por Diddy em uma boate de Nova York. No local, segundo as mulheres, não houve nenhum contato sexual, mas os abusos teriam acontecido depois, no Trump Hotels, em Midtown.
Uma das vítimas afirma que foi mantida refém no quarto do hotel e que Diddy ordenou que um promotor a estuprasse enquanto ele assistia. A segunda mulher relata que foi drogada e abusada por um segurança ligado ao artista. Ambas mencionam que os crimes ocorreram em um contexto de sexo grupal.
A defesa de Sean Combs se manifestou sobre as acusações. "Como dissemos antes, o Sr. Combs não pode responder a todos os novos golpes publicitários, mesmo em resposta a alegações que sejam aparentemente ridículas ou comprovadamente falsas", declarou a equipe jurídica do rapper ao TMZ. "O Sr. Combs e sua equipe jurídica têm total confiança nos fatos e na integridade do processo judicial. No tribunal, a verdade prevalecerá: que o Sr. Combs nunca abusou sexualmente ou traficou ninguém — homem ou mulher, adulto ou menor", completou a nota.
As novas acusações se somam a outros processos enfrentados por Diddy nos últimos meses. O rapper, que construiu uma carreira de sucesso na música e nos negócios, vê sua trajetória marcada por denúncias graves que podem impactar seu futuro jurídico e profissional.
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