Os clientes da Fiduc, gestora de investimentos e planejamento financeiro que aposta no modelo de “Family office” para os investidores do varejo, passam a

Redação Publicado em 01/07/2021, às 00h00 - Atualizado às 19h56
Os clientes da Fiduc, gestora de investimentos e planejamento financeiro que aposta no modelo de “Family office” para os investidores do varejo, passam a contar a partir de julho com a possibilidade de investir em empresas fora do território nacional com o novo fundo da casa, dedicado à exposição a ativos no exterior. O Superfundo Fiduc Internacional torna-se a quinta linha de investimentos da fintech paulistana, com um portfólio financeiro que contém, ainda, os Superfundos de Renda Fixa, Multimercado, Ações e Previdência.
Baseado no Brasil, o Superfundo Fiduc Internacional investe em ativos internacionais como índices de ações e setor específicos da economia. Entre as estratégias está a composição por uma dezena de fundos de gestores de ações globais como UBS e Morgan Stanley, além de ETFs de índices de ações globais e ETFs temáticos como de biotecnologia, por exemplo.
“Mais de 98% das oportunidades de investimentos em empresas estão fora do Brasil. Com o Superfundo, a Fiduc abre uma gama de possibilidades aos Clientes, incluindo acesso a empresas de ponta, do ramo de alta tecnologia e em países com taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) maiores que o Brasil, como a China”, explica o head da Academia Fiduc, Valter Police.
Os Superfundos são fundos de fundos exclusivos para os Clientes da casa, de gestão ativa, criados para dar acesso e diversificação para a base de clientes às melhores gestoras de recursos do País, selecionadas pelo Comitê de Investimentos da Fiduc. Os Superfundos são dedicados a cada grande classe de ativos, o que facilita a composição individual de carteira, com a distribuição dos recursos de acordo com o perfil de cada cliente, mapeado pelo App.
A chegada do Superfundo internacional cria um instrumento dedicado para exposição à ativos no exterior que antes acontecia apenas via eventual estratégia de fundos de multimercados presentes nas carteiras. Outra vantagem do fundo é a exposição indireta a moedas fortes como o dólar.
“Em crises mundiais, os investimentos vão para baixo, mas o dólar vai para cima. Então se você tem um peso disso na sua carteira, essa parte do investimento funciona como um amortecedor. Você diversifica mais, tem novas oportunidades e diminui o risco”, diz Valter Police.
O novo Superfundo Fiduc Internacional mantém as demais características dos outros ativos já oferecidos pela empresa, com investimento mínimo de R$ 5 mil e novos aportes de R$ 500. A expectativa da fintech é atender uma crescente demanda dos próprios Clientes, que buscam informações sobre negócios fora do Brasil.
O fundo tem taxa de administração de 1,55% ao ano, sem taxa de performance, com liquidez de D+32. A alíquota de imposto de renda é de 15% sobre o rendimento apenas no resgate e ele não tem come-cotas.
Nascida em 2018, a Fiduc replica no Brasil o bem-sucedido modelo fiduciário criado pela Saint James Place para o varejo britânico, que oferece a mesma estrutura de gestão patrimonial de um Family Office – até então disponível no Brasil apenas para milionários. O modelo foca na identificação das necessidades de seus Clientes e na busca de seus objetivos ao invés da venda de produtos de investimento. Atualmente, a Fiduc conta com cerca de 3 mil clientes e mais de R$ 450 milhões de ativos sob gestão.
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