O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,4 ponto de setembro para outubro deste ano e chegou a 100,3

Redação Publicado em 29/10/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h54
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,4 ponto de setembro para outubro deste ano e chegou a 100,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. O crescimento veio depois de uma queda de 2,5 pontos registrada na passagem de agosto para setembro.

O indicador consolida os índices de confiança dos empresários brasileiros dos setores da indústria, comércio, serviços e construção.
O aumento da confiança dos empresários em outubro foi provocado por altas no Índice de Situação Atual Empresarial, que mede a percepção sobre o presente e que subiu 0,2 ponto, para 99,5 pontos, e do Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro e que cresceu 0,4 ponto, para 100,3 pontos.
A alta foi puxada principalmente pelo setor de serviços, cuja confiança subiu 1,8 ponto e chegou a 99,1 pontos. O índice do comércio variou apenas 0,1 ponto e passou para 94,2 pontos.
Por outro lado, dois segmentos tiveram queda na confiança. A construção recuou 0,3 ponto e chegou a 96,1 pontos. Já a indústria caiu 1,2 ponto, mas continuou tendo o maior índice entre os quatro segmentos: 105,2 pontos.
.
.
.
.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Caminhoneiros iniciam paralisação para pressionar Senado por votação da MP do Frete

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação