O Brasil registrou um aumento de 7% nas doações de órgãos no primeiro semestre de 2018, informou o Ministério da Saúde. O número de doações subiu de 1.653

Redação Publicado em 28/09/2018, às 00h00 - Atualizado às 16h20
O Brasil registrou um aumento de 7% nas doações de órgãos no primeiro semestre de 2018, informou o Ministério da Saúde. O número de doações subiu de 1.653 para 1.765 em comparação com o mesmo período do ano passado.
Por conta destes número o ministério projetou um recorde no número de transplantes realizados no Brasil. A expectativa é sejam feitos 26.400 transplantes no país em 2018.
Desse total, 8.690 serão do que o ministério classifica como órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim e pâncreas rim). Se a meta for atingida, será um recorde em comparação aos últimos oito anos.
O ministério espera alcançar recorde nos transplantes de fígado (2.222), pulmão (130) e coração (382) até o final de 2018. Os transplantes de medula óssea também podem alcançar seu maior número na série histórica (2.684).
A mesma projeção aponta uma diminuição dos transplantes de córnea. Mas segundo o ministério é um reflexo da redução da lista de espera em alguns estados. Amazonas, Ceará, Goiás, Pernambuco e Paraná são considerados na situação de lista zerada.
Atualmente, o Brasil tem 41.266 pacientes aguardando por um transplante. Segundo os dados do ministério, o número é menor que em 2017, quando havia 44 mil pacientes na espera.
A coordenadora de Transplantes, Daniela Salomão, falou em nota sobre os números divulgados: “Com o esforço coletivo será possível atender cada vez mais brasileiros e fazer mais transplantes”.
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