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MP acusa seis por uso de recinto em Severínia

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MP acusa seis por uso de recinto em Severínia

Jornalista acusado diz que MP está equivocado; ataca imprensa e Judiciário, pedindo para não execrar pessoas antes de uma condenação

 

Jair Viana

Locação de um recinto de exposições em Severínia, em 2017, virou caso de investigação pelo Ministério (MP), e envolve seis pessoas, entre elas, dois ex-assessores da Prefeitura.Entre eles, o atual prefeito Celso da Silva e o jornalista Tadeu Carlos Fonseca. Ele critica o MP, o Judiciário e a imprensa. Tadeu, inconformado com a investigação diz que não há provas de prejuízo ao erário e que a locação é amparada em lei.

Segundo a denúncia, a locação foi negociada entre os envolvidos, sendo que os auxiliares do ex-prefeito seriam beneficiados. “Os envolvidos simularam a locação do recinto de exposições em favor da empresa registrada em nome do requerido WILTON HENRIQUE GIANINI. Ocorre que a empresa jamais exerceu qualquer ato efetivo no sentido de realizar o evento, já que, era de conhecimento de todos os demais requeridos o uso da empresa apenas para ocultar a ação dos agentes públicos e empresários”, diz trecho denúncia enviada á Justiça.

Em outro trecho da denúncia, a promotora de justiça Valéria André de Lima, destaca a participação de Tadeu Fonseca. “No mais, TADEU e LUCIANO, respectivamente, Secretário Municipal e Chefe de Gabinete, se incumbiram de apresentar o evento aos comerciantes locais, a fim de arrecadar dinheiro dos comerciantes locais, bem como a venda de camarotes ao público, para garantir o sucesso do evento, já que os demais envolvidos não mantinham qualquer vínculo com o Município de Severínia. Houve inequívoca confusão entre o interesse público e particular, sendo certo que tanto TADEU, quanto LUCIANO, com a aquiescência do Prefeito usaram seus cargos para dar à população credibilidade na ação dos demais envolvidos”, diz ela.

A promotora pede ainda a Justiça, que suspenda os direitos políticos dos envolvidos, além da aplicação de outras medidas determinadas pela lei de improbidade administrativa. Os envolvidos são: Tadeu Fonseca, Luciano reis Stundis, Celso da Silva, Wilton Henrique Giannini, Lupércio Bonnin e Mauro Capisto. Tadeu o único localizado pelo BOM DIA. Ele contesta a denúncia e faz críticas, afirmando que o MP erra.”O MP erra muito pq denuncia tudo. Da minha parte e da prefeitura asseguramos que não houve nenhum prejuízo aos cofres municipais”, disse.

O jornalista ainda reitera que o MP está errado ao denunciar o caso. “De fato trata-se de um equívoco do MP que será esclarecido ao Juízo. A festa era particular, não deu prejuízo a ninguém, a não ser aos organizadores”, reafirma Fonseca. Ele não se conforma com o fato de Lupércio ter colaborado com a investigação do Ministério Público. “Infelizmente uma pessoa que trabalhou na organização, Lupércio foi cooptado pela turma que querem o mau da cidade, que prometeram uma boa grana pra ele fazer uma denúncia caluniosa. E veja o que aconteceu? Ele se prejudicou. Assim como todos que de deixam usar por essa turma de bandidos daqui”, disse Tadeu Fonseca. O jornalista ainda reforça a critica: “o jornalismo precisa amadurecer nesta época complicada que passa o judiciário. Não execrecar as pessoas antes da hora. Antes de uma condenação”, disse.

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