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Economia

Maranhense que mora em SP e não ganha auxílio do governo põe casa à venda: ‘Se conseguir, pago dívidas e volto para minha terra’

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A família de Janaína Pires Nunes, de 30 anos, é uma das que não “é vista pela política”. Ela mora com o marido e três filhos na comunidade de Pinheiral, na Zona Sul de São Paulo, e conta que não recebe nenhum auxílio do governo. A autônoma trabalha vendendo bolos em frente a estações de trem da região, e conta que, depois da pandemia, a renda da família diminuiu.

“Eu ainda consigo vender alguma coisa, recebo uns pingados. Meu marido também faz bicos. Por mês, a nossa renda deve ficar em R$ 300.”

A vendedora de bolos usava o carro para trabalhar. No entanto, com o aumento do preço da gasolina, utilizar o automóvel ficou inviável. “Não compensa mais, porque tudo que eu ganhar acaba indo para a gasolina, e às vezes o valor não bancava nem isso. Estou me organizando para continuar indo para as estações de ônibus, mas em menos dias, por falta de dinheiro para a passagem.”

Ela conta que ela e o marido geralmente fazem apenas uma refeição por dia. “Os meninos almoçam na escola, e como o pessoal está entregando marmita aqui, eu separo para a janta deles. Eu como alguma coisa quando dá, no resto do dia não sinto muita fome.”

 

A autônoma é do Maranhão e vive em São Paulo há 12 anos, mas, por conta das dificuldades, colocou a casa à venda e pretende voltar para o estado de origem.

“Se eu falar que não está faltando comida, vou estar mentindo. Quando vender a casa, vou pagar minhas dívidas e volto para casa [no Maranhão}. A minha mãe fala que pelo menos lá não vai faltar comida”, diz Janaína.

 

Segundo Regina Paixão, líder comunitária do local, o movimento de retornar para os estados de origem está cada vez mais comum. Muitas pessoas começaram a pedir ajuda para comprar a passagem de volta para fugir da fome. “É um movimento que estamos observando, as pessoas que vieram para o estado de São Paulo justamente em busca de novas oportunidades estão sem alternativas.”

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G1

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