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Mundo

Kremlin: conversa com Zelenskiy é possível, mas negociações pararam

Para a Rússia, conversa deve ser preparada com antecedência

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A Rússia disse, nesta quarta-feira (1º), que não descarta uma reunião entre os presidentes Vladimir Putin e Volodymyr Zelenskiy, da Ucrânia, mas que qualquer conversa desse tipo precisa ser preparada com antecedência.Governo enviou 300 servidores para ajudar em buscas no AmazonasGoverno enviou 300 servidores para ajudar em buscas no Amazonas

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou a repórteres, em teleconferência, que o trabalho em um acordo de paz com a Ucrânia parou há muito tempo e não foi retomado.

Peskov disse ainda que as pessoas, nas regiões ucranianas de Kherson, Zaporizhzhia e Donbashhia, ocupadas pela Rússia, devem decidir seu próprio futuro, e o Kremlin não duvida que eles tomarão a “melhor decisão”. A Ucrânia afirmou anteriormente que a anexação das regiões pela Rússia colocaria fim às conversações de paz entre os dois lados.

Kremlin

O Kremlin disse ainda que o mundo pode estar à beira de grande crise alimentar, culpando as “restrições ilegais” impostas à Rússia pelos países ocidentais e as decisões das autoridades ucranianas.

Mais de três meses desde que invadiu a Ucrânia, a Rússia tomou grande parte da costa do país vizinho e está bloqueando seus portos, mas tenta atribuir a culpa da falta de embarque de grãos às sanções ocidentais e a Kiev.

“Estamos potencialmente à beira de uma crise alimentar muito profunda, ligada à introdução de restrições ilegais contra nós e às ações das autoridades ucranianas. Colocaram minas (explosivas) no caminho para o Mar Negro e não estão embarcando grãos de lá, apesar de a Rússia não impedir de forma alguma”, disse Peskov.

Zelenskiy

Nessa terça-feira (31), o presidente ucraniano saudou o sexto pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia, mas criticou o que chama de atraso “inaceitável” no acordo do bloco sobre as últimas medidas.

“Quando já se passaram mais de 50 dias entre o 5º e o 6º pacote de sanções, a situação não é aceitável para nós”, afirmou Zelenskiy, falando ao lado da presidente da Eslováquia, Zuzana Caputova, em Kiev.

Agência Brasil

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